BCE mantém juros e não dá sinais sobre cortes
A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que ainda não pode baixar a guarda contra inflação
Veja maisA presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que ainda não pode baixar a guarda contra inflação
Veja maisA UE forneceu a Kiev bilhões de euros em financiamento que permitiu ao país manter o funcionamento de hospitais, escolas e centrais elétricas
Veja maisMovimento ocorre após mais de um ano de negociações aceleradas com o início da invasão da Rússia
Veja maisFontes ouvidas pela reportagem dizem que a expectativa é de que o novo fundo seja lançado no primeiro trimestre do ano que vem, mas os primeiros investimentos devem ser feitos somente na segunda metade do ano. No radar estão companhias que atuam no Brasil e nos Estados Unidos e que já tenham negócios com receita anual acima de R$ 10 milhões.
A tese ainda está em fase de análise, mas a tendência é buscar por startups que atuem com terapias digitais nas áreas de saúde feminina, oncologia e problemas relacionados ao sistema nervoso central.
O novo fundo também vai olhar mais ativamente para negócios que facilitem o relacionamento com os médicos. “São empresas que fornecem serviços que ajudem os profissionais a conhecerem e prescreverem produtos da Eurofarma”, afirma a mesma fonte.
Esse será o terceiro fundo de investimento da Eurofarma. O primeiro veículo foi criado em 2019 com R$ 50 milhões e investiu em 10 startups. Neste, cheques variavam entre R$ 4 milhões e R$ 6 milhões e foram contempladas empresas como Psicologia Viva (comprada pela Conexa), Ocean Drop e JustForYou.
Essa última, inclusive, já está sendo considerada dentro da Eurofarma como uma das apostas que não deram certo. Com dívidas de R$ 26 milhões, a startup que fabrica xampus e condicionadores personalizados ingressou em agosto deste ano um pedido de recuperação judicial.
Veja maisNão há confirmações sobre empresas que devem abrir capital na Bolsa, mas alguns nomes são especulados. Votorantim Cimentos e Nadir Figueiredo são dois exemplos. O mercado também fala na farmacêutica Cimed. Em entrevista concedida ao UOL em novembro, o CEO da companhia, João Adibe Marques, não confirmou a possibilidade para 2024. A empresa é uma S.A. (Sociedade Anônima) desde 2021 e está preparada para um IPO quando acontecer, mas não há previsão de data.
Veja maisA indústria farmacêutica brasileira é hoje a 7ª mais expressiva do mundo, e possui todas as condições necessárias para se tornar a 6ª. É o que explicou o CEO da Bionovis, Odnir Finotti, durante sua participação no CB Fórum Complexo Econômico-Industrial da Saúde: desenvolvimento, inovação e acesso — realizado pelo Correio, em parceria com a Johnson & Johnson.
Segundo ele, o país — que atualmente importa 100% da matéria-prima dos produtos de alta complexidade do setor — poderia, a médio e longo prazo, vir a se tornar autossuficiente caso fosse implementada uma política de Estado que, tendo continuidade e sendo respeitada pelas próximas trocas de gestão, unificasse as partes desse processo produtivo.
“Por que não temos uma indústria poderosa, capaz de fazer inovação, de ter produção, de realizar exportações? É algo que tem a ver com a nossa composição. O Brasil poderia fazer, se nós tivéssemos uma união maior e se todos os Poderes trabalhassem de forma integrada, olhando para o futuro e para o bem dos brasileiros, como estamos aqui”, defendeu Finotti durante sua fala no painel “Fortalecimento do complexo industrial da saúde e perspectivas para o desenvolvimento econômico e social”.
Veja maisPresidente da Johnson & Johnson Innovative Medicine Brasil, Amanda Spina, considera que conversas entre o setor privado e o setor público no âmbito da saúde é um dos motores do desenvolvimento do país
Veja maisAnticorpo monoclonal bevacizumabe, da Bio-Thera Solutions, foi submetido ao crivo da agência brasileira pela farmacêutica Biomm
Veja maisA Roc Nation Sports Brazil, agência responsável pela carreira do atacante Endrick, do Palmeiras, e a Neosaldina divulgaram, nesta quarta-feira (13), um comunicado oficial defendendo a parceria da marca com o atleta, em meio à polêmica surgida por conta do medicamento conter uma substância proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês).
O caso foi revelado pela Máquina do Esporte, em matéria publicada na terça-feira (12). De acordo com a reportagem, o isometepteno, uma das substâncias usadas na fabricação da Neosaldina, está na página 14 da última lista de substâncias proibidas da entidade que comanda a luta antidoping no mundo, aparecendo no item S6 B, que trata de estimulantes específicos.
O detalhe curioso é que a proibição do componente da Neosaldina vigora desde 2003. Endrick, de 17 anos e já negociado com o Real Madrid, da Espanha, foi anunciado na última sexta-feira (8) como embaixador da marca, de propriedade da Hypera Pharma, que também é dona da Neo Química, patrocinadora do Corinthians, arquirrival do Palmeiras.
O comunicado conjunto da agência e da marca afirma que Neosaldina e Endrick seguem “muito felizes com a parceria firmada para os próximos 5 anos”.
“A campanha da marca enfatiza a personalidade e a forma alegre e ao mesmo tempo potente e responsável com que buscam atender seus objetivos”, diz a nota.
Com relação ao problema do medicamento possuir uma substância proibida na lista da Wada, patrocinadora e agência enfatizam ter “absoluta convicção de que essa parceria foi feita respeitando todas as regras das agências antidoping e desportivas no Brasil e no mundo”.
A nota também alega que Endrick e Neosaldina são “firmes em defender o jogo limpo e o respeito às regras no campo e fora dele”.
Veja maisA Supera Farma, joint venture dos laboratórios Cristália e Eurofarma, adotou o Portal RDV, solução da Viceri-Seidor, empresa brasileira de desenvolvimento de software adquirida pela Seidor em abril deste ano.
Anteriormente, o controle de gestão das despesas era feito de forma manual. Todos os colaboradores lançavam suas despesas em planilhas e enviavam as folhas de rosto dos gastos via Correios.
Depois disso, o time administrativo de vendas realizava todo o compilado das informações manualmente. Segundo a empresa, isso consumia muito tempo e gerava uma grande probabilidade de erros dos números apresentados.
A Supera precisava, então, de uma ferramenta aderente ao segmento da companhia que ajudasse a estruturar os relatórios, otimizando tempo e facilitando as tarefas do dia a dia.
Assim, a joint venture resolveu adotar o Portal RDV, uma solução que automatiza o processo de prestação de contas das despesas realizadas por colaboradores e pode ser acessada através de dispositivos móveis.
Veja mais