Lucro do Fleury recua no 1º trimestre com aumento de despesa financeira
A redução na última linha do balanço foi impactada pelo aumento de 56,8% das despesas financeiras com a alta dos juros
A redução na última linha do balanço foi impactada pelo aumento de 56,8% das despesas financeiras com a alta dos juros
Lucro líquido tem queda de 15%, impactado por despesa financeira no primeiro trimestre
A Cimed, terceira maior farmacêutica do Brasil em volume de vendas, se uniu ao Méliuz, empresa de tecnologia que tem como objetivo impulsionar as vendas das lojas parceiras, para criar um programa de cashback para o consumidor inédito no setor farmacêutico. A iniciativa será destinada para a compra dos produtos do multivitamínico Lavitan, além da linha de higiene e beleza da farmacêutica, oferecendo de 10% a 30% de cashback para o cliente. Com a ação, a Cimed espera alavancar em 30% as vendas.A parceria foi pensada para que mais pessoas tenham acesso aos produtos Lavitan – quem comprar a marca em qualquer farmácia do Brasil, só precisa escanear o QR code da nota fiscal no aplicativo do Méliuz. O valor do cashback será creditado automaticamente no extrato do Méliuz e, ao completar R$ 20 de saldo confirmado, o cliente pode receber o valor direto na conta bancária.
A Cimed, gigante do setor farmacêutico e que mantém duas fábricas em Pouso Alegre, está em negociações avançadas para a compra da maior parte das ações da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do PAFC, o time local que este ano disputa a Série C do Campeonato Brasileiro. A transação é acompanhada por Ronaldo Fenômeno, dono majoritário do Cruzeiro, agremiação que conta com patrocínio da Cimed.
Em 2023, farmacêutica espera movimentar R$ 2 bilhões no mercado em produtos para o período
O inverno é uma das épocas que mais demandam atenção com a saúde devido às doenças respiratórias e resfriados típicos do período, que fazem aumentar a demanda por antigripais e antialérgicos nas farmácias. A Cimed, terceira maior farmacêutica do Brasil em volume de vendas, já está se preparando para esse aquecimento e aumentou em 50% a produção dessas linhas, trabalhando com três turnos em sua fábrica. Além disso, 90% dos lançamentos de medicamentos previstos para o ano terão conexão com as doenças respiratórias.
Atualmente, a farmacêutica possui em seu portfólio 126 produtos entre OTCs (medicamentos isentos de prescrição) e genéricos direcionados ao tratamento de doenças de inverno, e espera movimentar no mercado 2 bilhões de reais em produtos para o período. Os principais medicamentos já existentes e com alta demanda para a sazonalidade do inverno são o Cimegripe (Gripe e Resfriado), Aceviton (vitamina C), Cifloglex (dor de garganta), Loratadina, Loratamed e Fexofenadina (alergia) e Ambroxmel (xarope para tosse).
O Cimegripe, principal marca da categoria e líder do segmento de antigripais com 43% de market share em volume de vendas em 2023, amplia sua presença na jornada do paciente com mais três lançamentos. Já no segmento de alergia, o Loratamed é líder do mercado de loratadina, com 60% de market share em volume. Ambos estão entre os produtos que tiveram sua produção ampliada.
Desde a publicação da matéria “Medicamento sem lacre anti-adulteração. É perigoso?”, em 17 de abril, se passaram 18 dias sem que um dos maiores laboratórios do país, a Hypera, tenha se manifestado ao Jornal 140. A Sanofi, cujo nome aparece no medicamento AS Infantil, diz que o problema não é com ela. Entenda.
A Sanofi, via assessoria de imprensa, informou ao Jornal 140 que o medicamento AS Infantil não integra mais o seu portofólio desde julho de 2021 quando houve a venda da marca para a Hypera. Ocorre que a data do medicamento – falso ou verdadeiro – é de 07/2022
Luciano Stukas assume a função de gerente de novos projetos da IQVIA, respaldado por 30 anos de experiência no canal farma.
Iniciou sua carreira na Pfizer e permaneceu na farmacêutica francesa por 12 anos. Outros 13 anos foram dedicados à Bayer, onde chegou a atuar como gerente distrital. Também ocupou postos ligados à área de vendas na Multilab e na Profarma.
Ministro da Fazenda destacou que atualmente existe uma punição, “que é aumentar o hiato entre as receitas e as despesas em caso de não cumprimento”, e avaliou que “é a mais drástica para o governo”
Histórico acadêmico e indicação pouco usual do atual secretário-executivo da Fazenda são principais inquietações
“Temos um mercado de trabalho ainda bastante apertado” – Marcelo Fonseca