No Senado, Campos Neto defende sistema de metas, e Haddad enfatiza crescimento
Discurso sobre a necessidade de harmonia entre as políticas fiscal e monetária foi praticamente unânime
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Segundo o ex-presidente do BC, “do jeito que as coisas andam, não apenas na macroeconomia, mas também na microeconomia, nós estamos arriscados a desembocar num grande fiasco”
Vinci está oferecendo o negócio para investidores estratégicos
Comsefaz diz ter interesse em aprimorar arrecadação de mercadorias compradas em plataformas no exterior
Novos membros tinham sido rejeitados por descumprir a Lei das Estatais, em reprise do que ocorreu na gestão Bolsonaro
Fórmula de reajuste do piso definida em reunião com centrais sindicais será a mesma que vigorou entre os anos de 2011 a 2019
Viver é Descobrir contará com quatro vídeos em que pacientes reais compartilham suas descobertas ao longo de sua jornada pela saúde. São experiências que foram capazes de mudar a forma de ver a vida e mudar o olhar — e por que não sentimentos — em torno de questões cotidianas. Os vídeos serão veiculados mensalmente nos canais digitais da Libbs e fazem parte de um movimento de marca — que está sendo desenhado há dois anos para tornar mais evidente a proximidade da Libbs com todos os públicos com quem se relaciona. Só no ano passado, 13,8 milhões de brasileiros foram tratados com produtos Libbs e para oferecer medicamentos de alta qualidade para quem precisa, a empresa tem investido cada vez mais no modelo de trabalho colaborativo e no compartilhamento de conhecimento tanto interno quanto com profissionais de saúde, pesquisadores, fornecedores, órgão reguladores e outros parceiros de negócios.
A Biolab acaba de obter aprovação da Saudi Food and Drug Authority (SFDA) para comercialização na Arábia Saudita do seu medicamento antiemético Vonau Flash® (ondansetrona), indicado para o controle de náuseas e vômitos em geral, que será comercializado com o nome comercial Mundell® naquele país.
Além disso, a aprovação pela Autoridade Sanitária da Arábia Saudita representa um importante passo para aprovação dos demais 22 países da liga árabe, o que representará a presença do medicamento em um mercado extremamente relevante, cuja população é de aproximadamente 400 milhões de habitantes.
“Foi uma longa, complexa e detalhada operação, iniciada em 2011 com um parceiro da Arábia Saudita. Após a certificação da planta brasileira, finalmente saiu o registro do produto neste que é um importante mercado”, informa Cleiton Castro Marques, CEO da Biolab.
“O lançamento comercial de Mundell® está previsto para maio, certamente com excelente performance, a exemplo dos mercados do Equador e Colômbia, que além da liderança em prescrição traz o reconhecimento pelos consumidores locais dos benefícios da molécula e fórmula inovadora desenvolvida na plataforma flash, para fácil ingestão”, complementa a gerente de exportação da Biolab, Laura Gomes.
Vonau Flash® (Mundell®) será o segundo produto da Biolab na Arábia Saudita. Desde 2021, a farmacêutica brasileira exporta sua vasopressina Encrise®, para prevenção e tratamento de distensão abdominal pós-cirurgias, entre outras indicações.
A companhia divulgou ao mercado que serão emitidos 800 mil títulos de dívida com valor de R$ 1 mil cada
As ações da Hypera (HYPE3) caíam 1,37% na manhã desta terça-feira (25), às 10h52, cotadas a R$ 36,10, após a empresa aprovar a emissão de R$ 800 milhões em debêntures simples, não conversíveis em ações.
A companhia farmacêutica divulgou ao mercado que serão emitidas 800 mil debêntures, com valor de 1 mil reais cada. A remuneração dos papéis será de 100% do Depósito Interbancário (DI), com acréscimo de 2,20% ao ano.
O prazo de vencimento dos ativos é de cinco anos contados a partir de hoje, dia 25 de abril. A Hypera anunciou que os recursos obtidos por meio das debêntures serão utilizados em uma mudança no perfil de dívidas da companhia
A farmacêutica americana Merck, conhecida como MSD fora dos Estados Unidos e Canadá, registrou lucro líquido de US$ 2,82 bilhões no primeiro trimestre, queda de 35% ante o mesmo período do ano anterior. As vendas caíram 9% em base anual, para US$ 14,487 bilhões.
O lucro ajustado por ação chegou a US$ 1,40, acima do consenso da FactSet de US$ 1,32. A receita também superou o consenso de US$ 13,793 bilhões.
Segundo a empresa, a queda no lucro deve-se a US$ 0,52 de encargos relacionados à aquisição da Imago BioSciences e ao contrato de colaboração e licenciamento com a Kelun-Biotech, bem como à queda nas vendas de seu medicamento contra covid-19, Lagevrio.
Já o tratamento de câncer Keytruda gerou quase US$ 5,8 bilhões em vendas, alta de 20% em base anual, enquanto as vendas da vacina contra HPV Gardasil dispararam 35%, para US$ 1,97 bilhão.
“Os resultados do primeiro trimestre são um reflexo da execução focada de nossa estratégia liderada pela ciência, forte desempenho em nossos principais impulsionadores de crescimento, impulso comercial e operacional contínuo”, diz o diretor-presidente, Robert M. Davis, em comunicado.