Paquistão fecha espaço aéreo e interrompe comércio com a Índia após ataque na Caxemira
Tensões entre os países foram elevadas após ataque que deixou 26 mortos na Caxemira
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Duas distribuidoras de medicamentos, a Medicamental e a Dismepe, estão pedindo para ser admitidas como “terceiras interessadas” no processo que avalia a compra de ações da Hypera pela EMS no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
As companhias sustentam que há incertezas “relevantes” sobre os impactos concorrenciais da operação e que é possível que o negócio reduza o poder de barganha de pequenos distribuidores e facilite a troca de informações comerciais sensíveis.
Dos 12 grandes laboratórios nacionais, oito acessaram recursos do banco de fomento, de acordo com a FarmaBrasil, associação que reúne farmacêuticas de capital local. Os empréstimos fazem parte de planos de investimento que somam R$ 20 bilhões até 2026 — dos quais R$ 13 bilhões destinados à pesquisa e desenvolvimento, e o restante, à infraestrutura.
A FarmaBrasil tem entre as associadas companhias como Aché, Biomm, EMS e Hypera. A associação estima que a indústria nacional detém participação de 39% do mercado, que movimenta R$ 115 bilhões ao ano no varejo. As 12 associadas mantêm 29 fábricas e sete centros de P&D no país.
Empresas como a C&A e a Cimed já estão na lista de clientes da startup, que pode atuar com linhas diretas de cobrança, como acontece em call centers tradicionais, ou contatando por usuários únicos ou transações.
Companhia afirma que o resultado negativo reflete o processo de otimização de capital de giro
NR-1 entra em vigor em maio, e 34% dos RHs ainda não estão cientes das mudanças
A Sanofi confirmou sua projeção para resultados do ano inteiro de 2025 após registrar altas nas vendas e no lucro do primeiro trimestre, que superaram as expectativas dos analistas.
A gigante farmacêutica suíça anunciou na quinta-feira que as vendas subiram 7,2%, para 15,44 bilhões de francos suíços (US$ 18,58 bilhões), no primeiro trimestre, ante 14,39 bilhões de francos no mesmo trimestre do ano anterior.
A Fujifilm Holdings anunciou na terça-feira que assinou um contrato no valor de mais de US$ 3 bilhões para fabricar medicamentos biológicos derivados de organismos vivos nos Estados Unidos para uma grande empresa farmacêutica americana.
O acordo de dez anos com a Regeneron Pharmaceuticals, listada na Nasdaq, ocorre em um momento em que as empresas farmacêuticas americanas estão dobrando a oferta doméstica em resposta às políticas de segurança econômica e tarifas aplicadas pelo presidente Donald Trump.
De acordo com a Precedence Research, o mercado de CDMO de produtos biológicos dos Estados Unidos deve atingir US$ 23,6 bilhões até 2034, mais que quadruplicando seu tamanho em 2024.
Segundo antecipado ao Valor, neste primeiro ciclo serão analisadas uma resolução do Banco Central, uma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), uma da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e três leis federais.