Neosaldina chama público para aproveitar a vida em nova campanha

Neosaldina, especialista em dores de cabeça da Hypera Pharma, leva ao ar nova campanha para mostrar que, com Neosa, a vida sem dor de cabeça pode ser vivida de forma leve e bem-humorada, sempre focada no lado bom da vida. A campanha realizada em conjunto com a Artplan explora o bordão “chamaaaaaaa”, proprietário da marca por causa da assinatura “chama a Neosa”, já conhecida pelo consumidor e evolui a comunicação dos anos anteriores, com linguagem característica do público jovem, sem deixar de lado as outras gerações que estão com a Neosa desde o início.

O filme leva o espectador para um mundo onde a melhor versão da rotina é aquela sem o incômodo da dor de cabeça e enxaqueca – como os momentos de diversão, sejam eles o basquete com os amigos, a maratona de série, a pegadinha na internet ou uma simpática vozinha arrasando no passinho.

“Neosaldina é a marca referência quando se pensa em dor de cabeça e para evidenciar essa mensagem, fugimos do modelo tradicional das campanhas de medicamento com o famoso modelo de problema-solução. ”, explica Carla Dias Araujo, Diretora de Marketing e Comunicação da Cafehyna, área responsável por todas as campanhas e ativações de marca da Hypera Pharma. “O bordão ‘Chama a Neosa’ também é conhecido por todos os consumidores e exploramos nessa campanha o ícone de uma maneira atual e alto astral, que transmite os valores da marca ao mesmo tempo em que gera identificação com o público. ”

US cancer drug shortage forces doctors to ration life-saving treatments

A severe shortage of cancer therapies is forcing thousands of patients to miss life-saving treatments, several leading healthcare organisations have warned.

There are 14 oncology medicines listed “in shortage” by US regulators, including the generic chemotherapy drugs cisplatin and carboplatin, which are first-line treatments for many common types of cancer.

Julie Gralow, chief medical officer at the American Society of Clinical Oncology, said hospitals were already rationing some drugs and doctors were being forced to make difficult decisions about delaying chemotherapy treatment or using substitute medicines, which may not be as effective.

“The concern there, of course, on the part of patients and their clinicians is: ‘are we sure this [substitute drug] is equally effective? Are we potentially in some way reducing the chance for cure?’ I don’t think we have solid data on that but that is a serious concern.”