Tarcísio quer reestruturar fundações que lidam com menor infrator, remédio popular e TV Cultura

Após quase ser extinta durante o governo João Doria, então no PSDB, a Furp também deve passar por mudanças. O laboratório farmacêutico do governo de São Paulo foi criado em 1968 e produz medicamentos para hospitais, entidades filantrópicas e secretarias municipais e estaduais de saúde.

O governador manifestou intenção de privatizar a entidade em jantar com deputados estaduais no início do mês, conforme a revista Veja. Ao Estadão, parlamentares confirmaram que Tarcísio sinalizou mudanças na instituição, mas que o modelo ainda está em estudo. O orçamento do órgão, que é subordinado à Secretaria de Estado da Saúde, é de R$ 207 milhões neste ano.

Quando propôs o fim da Furp em 2020 como parte de um ajuste fiscal, Doria justificou que a instituição não produz medicamentos exclusivos e que a demanda poderia ser suprida pelo mercado privado. O plano do governador era vender os imóveis utilizados pela fundação ou destiná-los a outra finalidade. São duas fábricas, localizadas em Guarulhos e em Américo Brasiliense. A proposta não foi adiante porque os deputados estaduais retiraram a Furp do texto final aprovado pela Alesp.Administração estadual quer que iniciativa privada assuma gestão da Fundação Casa .

Indústria farmacêutica investe R$ 245 milhões em energia limpa

A indústria farmacêutica Novo Nordisk reservará um investimento de R$ 245 milhões para projetos com foco em energia limpa.

O acordo com a Elétron Energy prevê o financiamento de um parque solar no norte do estado de Minas Gerais.

A planta contará com 93 mil placas solares. As empresas estimam uma produção de 138 mil MWh por ano e uma redução de 46 mil toneladas na emissão de CO2 no mesmo período.

O modelo de negócio adotado pela Novo Nordisk vem se tornando cada vez mais comum na indústria farmacêutica. Recentemente, o Aché anunciou uma parceria com a Atiaia Renováveis para a produção de energia renovável.

Mercado farmacêutico na América Latina divide olhar para dois países

Dois países dividirão as atenções do mercado farmacêutico na América Latina, segundo projeções da Statista até 2026. E uma rede de farmácias do nosso país deve ser a menina dos olhos do setor.

A consultoria traçou uma comparação entre o valor de mercado do varejo farmacêutico obtido em 2021 e a previsão para daqui a dois anos, com base nas análises dos balanços anuais de cada rede.

A RDsaúde, nova marca da RaiaDrogasil e proprietária das bandeiras Raia e Drogasil, alcançou US$ 3,5 bilhões (R$ 19,2 bi), mas essas cifras devem crescer 57% até 2026 – para US$ 5,5 bilhões (R$ 30,2 bi).

O crescimento tende a ser bem superior ao das Farmacias Guadalajara, segunda maior rede do mercado farmacêutico na América Latina. O avanço previsto é de 37,5% – de US$ 3,2 bi (R$ 17,6 bi) para US$ 4,4 bilhões (R$ 24,2 bi).

Brasil propõe aliança global para ampliar acesso a medicamentos

Com o objetivo de facilitar o acesso a medicamentos e vacinas, o Brasil apresentou uma proposta durante as reuniões do Grupo de Trabalho de Saúde do G20 – grupo que reúne os 19 países mais ricos do mundo, a União Europeia e a União Africana. As informações são do gov.br.

A proposta é que os países membros unam forças para descentralizar a produção de medicamentos, o que diminuiria a dependência de apenas alguns players e eventuais faltas de itens essenciais.

A inspiração partiu de um momento-chave na história recente do mundo, a pandemia da Covid-19. Na ocasião, muitos países se viram de mãos atadas pelas dificuldades de negociar mais insumos e medicamentos internacionalmente.