GSK on hunt for drug deals in China

GSK is on the hunt for deals in China after the UK drugmaker rebuilt a “very strong” relationship with the government and local companies since a corruption scandal a decade ago.

Chief commercial officer Luke Miels told the Financial Times that the company was working on further deals with Chinese companies after it signed a licensing agreement in October worth up to $1.5bn for a cancer drug developed by Hansoh Pharma.

The same month, GSK agreed a $3bn distribution deal for its shingles vaccine with China’s Zhifei, which may be expanded to cover its new vaccine that protects against the common respiratory syncytial virus, if it is approved by Chinese regulators.

Miels said that the country’s high standards of chemistry made it a good hunting ground. “You can find molecules in China and [often] the Chinese companies just want the [domestic] rights so you can negotiate . . . [to] take it globally.”

GSK has had a much smaller business in China than its rival AstraZeneca, partly because of a scandal more than a decade ago over GSK sales staff bribing doctors to prescribe its medicines. GSK was fined £300mn in 2014 and dismissed more than 100 staff in China.

Atenção a refugiados entra na pauta de diversidade no trabalho

A Prati-Donaduzzi, líder na produção medicamentos genéricos sediada em Toledo (PR), demanda que operadores de máquinas tenham conhecimento do português porque o setor em que atua é muito regulado. Também não pode colocar um bioquímico estrangeiro sem revalidação do diploma em um cargo que exija o curso. “Mas posso aproveitar muito seu conhecimento em um posto técnico”, afirma Diones Wolfart, diretor de RH da empresa, que já contratou 42 migrantes. “Eles são muito comprometidos com o trabalho”. O executivo estima ainda que a rotatividade entre refugiados é igual ou menor que a dos brasileiros.

A previsão sombria da Pfizer diminui a esperança de recuperação após perdas de 2023

As ações da Pfizer Inc. devem entrar no ano novo negociadas perto do nível mais baixo em uma década, mas Wall Street hesita cada vez em apostar em uma recuperação depois que a farmacêutica emitiu um perspectiva decepcionante para 2024 esta semana.

As ações da gigante farmacêutica despencaram 49% até agora neste ano, a caminho do pior ano já registrado, de acordo com o desempenho anual da Bloomberg dados que remontam a 1981. O declínio de 2023 apagou cerca de 140 bilhões de dólares em valor de mercado, num contexto de ceticismo de que a empresa terá sucesso na sua transição para sair da pandemia à medida que a procura por vacinas e tratamentos para a Covid-19 diminui.

A fraca previsão de quarta-feira (13) prejudica o argumento de que uma recente compra da fabricante de medicamentos contra o câncer, Seagen Inc., ajudaria a preencher a lacuna de receita resultante da diminuição dos negócios da Covid. Analistas de Wall Street estão lutando para ver uma recuperação da derrota pós-pandemia da Pfizer, com alguns reduzindo seu preço-alvo para as ações em uma média de

Passou a reforma tributária, apesar dos diabos nos detalhes

Na votação de hoje, Aguinaldo Ribeiro apresentou um parecer que procurou extirpar do texto final alguns dos benefícios ampliados pelo relator no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM). A versão final apresentada por Ribeiro deixou de fora a isenção para a aquisição de medicamentos e dispositivos médicos adquiridos pelas Secretarias de Saúde e entidades de assistência social e a possibilidade de se criar uma Cesta Básica estendida com alíquota 60% menor.

‘Conseguimos uma boa reforma tributária’, diz Fleury

“Hoje a maioria das empresas pensa muito nos impostos para fazer negócio – aliás, os impostos é que dirigem os negócios e não vice-versa”, afirmou o advogado ao Valor. Fleury espera a melhora no ambiente de negócios, mas destaca que é importante acompanhar agora as leis complementares.

O advogado vê um avanço no texto final em relação ao que chegou do Senado, especialmente com a redução das exceções – que sempre irão existir e não são uma exclusividade brasileira, segundo o especialista, que participou da equipe que trabalhou na PEC 110, em 2019.

Preço de medicamento

O fator principal que chama a atenção e mereceu destaque por parte dos deputados é o elevadíssimo percentual dos descontos oferecidos pelas farmácias, a partir do PMC estabelecido pela CMED, bem como o fato de os descontos serem ofertados apenas mediante o fornecimento do número do CPF e outras informações, pelos consumidores.

Representando o Procon-SP, o diretor de Estudos e Pesquisas Carlos Coscarelli apresentou dados coletados pela Fundação em sua pesquisa anual sobre preços de medicamentos, os quais comprovam que em grande medida, os preços efetivamente praticados pelas farmácias são sempre muito abaixo do teto estabelecido pelo CMED. E que isto sugere que o uso do PMC para a concessão de descontos, seja um argumento para justificar os elevados percentuais de desconto, bem acima do que na maioria dos mercados, bem como para captar dados dos consumidores, exigidos como condição para reduzir o preço.

Ao final da Audiência o deputado Celso Russomano propôs criação de um grupo de trabalho unindo Procon-SP e CMED além de outras entidades de defesa do consumidor que queiram participar, para mapearem o mercado de medicamentos no Brasil, para o auxílio da atualização da regulação de preços de medicamentos.

CEO crê em autossuficiência tecnológica da indústria

Finotti tem motivos para pregar a união no canal farma. Afinal, a própria Bionovis é fruto de uma parceria entre Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química. E esse trabalho conjunto serviu para fechar um gap, em sua opinião.

“Nós fechamos um gap de 40 anos que o Brasil tinha em biotecnologia farmacêutica em oito anos de efetivos trabalhos com ciência e tecnologia”, comemora.

EMS conquista Prêmio Líderes do Brasil 2023 na categoria Indústria Farmacêutica

A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, é a vencedora da edição 2023 do Prêmio Líderes do Brasil na categoria “Indústria Farmacêutica”. A maior premiação empresarial do país é promovida pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais – com o objetivo de reconhecer o talento, a competência e o comprometimento das companhias e líderes que buscam soluções eficazes e sustentáveis para um Brasil mais competitivo e eficiente. Esta é a 13ª vez consecutiva que a farmacêutica recebe o prêmio dentro de sua categoria.

A cerimônia de entrega do troféu aconteceu nesta segunda-feira (11), no Hotel Palácio Tangará, em São Paulo, e contou com a presença de Luiz Borgonovi, presidente da EMS, que representou a companhia no evento. “Agradecemos por mais este reconhecimento que endossa o nosso trabalho e comprometimento com a promoção da saúde e bem-estar dos brasileiros. Toda conquista nos motiva a continuar com os investimentos em inovação, em importantes lançamentos, em logística, em tecnologia em nossas plantas fabris para ampliar capacidade produtiva e em pesquisa de ponta para seguir com uma revitalização do portfólio e para sustentar todo o nosso crescimento também nos próximos anos, reforçando firmemente a nossa missão de cuidar das pessoas”, afirma.