A medicina não entende as mulheres, segundo autoras de livros sobre anorexia e saúde

“Good Girls” mostra o ponto de vista da paciente de uma doença muitas vezes incompreendida pela sociedade, pela profissão médica e até pela ciência como um todo, como atesta a lista de hipóteses obtusas de Freeman. No entanto, ela gasta pouco tempo explicando por que a compreensão de nossa biologia é tão fraca. A anorexia é a mais mortal dos distúrbios psiquiátricos – e ainda não há medicamentos aprovados para tratá-la.

Isso se encaixa em um contexto mais amplo, de falta de investimento para tentar compreender a saúde da mulher, um assunto que a socióloga Marieke Bigg aborda de frente em “This Won’t Hurt: How Medicine Fails Women”. Ela alfineta os especialistas médicos e científicos por não ouvirem as mulheres sobre seus problemas e por não desenvolverem tratamentos.

Gasolina puxa desaceleração da inflação pelo IPC-S para 0,43% na 3ª medição de abril

Em contrapartida, os grupos Alimentação (0,24% para 0,43%), Educação, Leitura e Recreação (-1,12% para -0,85%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,77% para 0,91%), Comunicação (0,10% para 0,28%) e Vestuário (0,15% para 0,34%) apresentaram avanço em suas taxas de variação.

Nessas classes de despesa, a FGV destaca os itens: hortaliças e legumes (-1,60% para 0,01%), passagem aérea (-6,37% para -4,82%), medicamentos em geral (1,29% para 2,30%), tarifa de telefone móvel (0,32% para 0,75%) e roupas infantis (-0,22% para 0,24%).

J&J inicia processo de IPO de unidade de consumo, em teste para mercado em crise

A Johnson & Johnson (J&J) está prestes a iniciar um roadshow para vender ações de sua unidade de consumo, que inclui nomes conhecidos como Tylenol, em um teste para um mercado de oferta pública inicial de ações (IPO) que está em crise no ano passado.

A Kenvue planeja começar a se reunir com potenciais investidores já na segunda-feira, disseram pessoas familiarizadas com o assunto. O objetivo é levantar US$ 3,5 bilhões ou mais na oferta, com uma avaliação próxima a US$ 40 bilhões, disseram as pessoas. Os roadshows do IPO geralmente duram de alguns dias a uma semana antes da estreia no mercado de ações.

Supondo que a empresa e seus consultores consigam realizar a listagem, as ações da Kenvue seriam negociadas na Bolsa de Valores de Nova York sob o código KVUE. O negócio de consumo da J&J fabrica medicamentos de venda livre conhecidos, incluindo Tylenol; band-aids e outros produtos para tratamento de feridas; produtos para bebês, como xampu para bebês Johnson’s; e produtos para cuidados com a pele, como Aveeno e Neutrogena.

A divisão programada para se tornar a Kenvue gerou US$ 14,95 bilhões em vendas globais no ano passado, cerca de 15,7% do total da J&J. A empresa de saúde gerou o restante de sua receita de suas maiores unidades farmacêuticas e de dispositivos médicos, que permanecerão como parte da J&J após a separação da Kenvue.

Santander corta a dose para Hypera e preço-alvo diminui — ainda vale a pena comprar HYPE3?

A diferença entre o veneno e o remédio é a dose. No caso de Hypera, as ações HYPE3 ainda são prescritas pelo Santander para quem quer ter exposição ao setor farmacêutico — mas o banco cortou o preço-alvo dos papéis da companhia.

De acordo com a nova atualização, a indicação de compra para HYPE3 foi mantida, mas o preço-alvo passou de R$ 55 para R$ 51,50 para 2023 — o que representa um potencial de valorização de 41% com relação ao fechamento de quarta-feira (19).

Cálculos do Santander mostram que Hypera seria negociada a 17 vezes o preço sobre o lucro (P/L) em 2023, implicando em uma reavaliação de 12,6x ao valor que as ações eram negociadas, de R$ 37,55, no último dia 19.

“Os negócios altamente resilientes da Hypera, com a melhora do momento operacional e do risco perfil, devem impulsionar a reclassificação”, disse o Santander em relatório.