Tarifas de 10% sobre o Brasil podem até gerar ganhos de mercado
Tarifa imposta pelos EUA foi menor que para outros países
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Com queda de 0,1% em fevereiro, visão de economistas é que a desaceleração no setor veio antes do esperado e há cenário difícil à frente
A alta taxa de juros tem limitado captações e gestoras pequenas de real estate buscam alternativas para não fechar. No radar, M&A ou consolidação de fundos imobiliários
Texto foi aprovado pelo Congresso em menos de uma semana em reação ao “tarifaço” de Donald Trump, que taxou produtos brasileiros importados em 10%
Uma das farmacêuticas pioneiras no segmento premium foi a Aché, com a marca Profuse. Segundo o diretor executivo de comercial, medicamentos isentos de prescrição (MIP) e dermocosméticos do laboratório, Marco Antonio Teixeira, trata-se de um mercado “bastante concorrido”, com variedade de marcas. O segmento é liderado por marcas como La Roche Posay, Vichy, Skinceuticals e CeraVe, do conglomerado francês L’Oréal. Outros nomes com participação de mercado relevante são Bioderma, da NAOS, Cetaphil, da Galderma, e Darrow, parte do grupo Pierre Fabre.
“Nosso objetivo principal é atender a todas as necessidades da cosmiatria e do médico dermatologista. Trabalhamos com dermocosméticos de alta performance, desenvolvidos a partir de estudos científicos e com concentrações elevadas de ativos, sempre com a expertise farmacêutica do Aché”, informou ao Valor. O segmento representa 2% do negócio da companhia.
Os nomes dos cargos podem variar de uma empresa para outra, mas todos eles têm em comum a precisão na leitura dos novos tempos e a sagacidade para implementar ações vitoriosas em gigantes do porte de MRV, Duolingo, Bauducco, Visa, Grupo Cimed, BRF, Danone, Claro, Natura e Coca-Cola Brasil.
A trading japonesa Marubeni anunciou na terça-feira que comprará uma participação majoritária no negócio de vendas de medicamentos da Sumitomo Pharma na Ásia, por aproximadamente 45 bilhões de ienes (US$ 301 milhões).
A Sumitomo Pharma vende cerca de 50 produtos na China e no Sudeste Asiático. Esses medicamentos tratam principalmente doenças neurológicas e infecciosas.
As políticas de Trump não mudam a estratégia da Votorantim S.A. no país, segundo o CEO da holding, João Schmidt, em entrevista ao Valor. No Brasil, também não há mudança de direção, afirmou. A companhia reforçou, neste mês, a sua posição na farmacêutica Hypera, e agora quer participar do conselho, em meio à disputa do fundador com a EMS.
Parisotto estaria alinhado com Carlos Sanchez, fundador da EMS, que tem cerca de 6% na companhia fundada por João Alves de Queiroz Filho, conhecido como Júnior, sua principal rival
Gestores de fundos evitam grandes apostas enquanto presidente dos EUA se prepara para escalar guerra comercial no ‘dia da libertação’