Mulher para na UTI ao usar Ozempic sem orientação médica

Em nota à BBC News Brasil, o laboratório Novo Nordisk, fabricante o Ozempic explicou que o medicamento é indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado, como adjuvante à dieta e exercício físicos.

O fabricante acrescenta ainda que o medicamento deve ser utilizado e comercializado apenas sob prescrição médica, contraindicado para grávidas, lactantes e pacientes alérgicos à semaglutida.

Sobre as complicações tidas por Gabriela, após o uso sem prescrição do medicamento, o fabricante explicou que o medicamento não interfere na função do fígado.

“Ele pode ser usado em pacientes que possuem insuficiência hepática leve e moderada. A experiência em pacientes com insuficiência hepática grave é pequena. Mas não ocorre o aumento das enzimas hepáticas relacionadas ao uso do medicamento. Contudo, o aumento de enzimas pancreáticas pode ocorrer de maneira transitória e pacientes com histórico prévio de pancreatite devem utilizar o produto com cautela”, disse em nota.

“Os distúrbios gastrointestinais, tal como náusea, foram os eventos adversos mais frequentemente relatados, sendo a maioria transitórios, de intensidade leve e não levando a interrupção do tratamento. Esses eventos ocorreram em uma proporção semelhante em relação a outros análogos de GLP-1 já comercializados no Brasil. A interrupção prematura do tratamento devido a eventos adversos foram inferior a 10% em todos os grupos estudados1-7. Cabe ressaltar que o tratamento deve sempre ser orientado pelas recomendações fornecidas pelo médico responsável e deve basear-se em uma avaliação individual das necessidades do paciente”, acrescentou.’

CIMED LEVE 2 PAGUE 1: No DIA DO MEDICAMENTO GENÉRICO, farmacêutica faz promoção para impulsionar vendas

Apenas hoje (20), no Dia Nacional do Medicamento Genérico, a empresa farmacêutica Cimed faz promoção de pague um leve dois medicamentos, a fim de aumentar as vendas dos genéricos.

Segundo a Cimed, que é a terceira maior farmacêutica do país, os medicamentos genéricos corresponderam à metade de seu volume de vendas no ano passado.

No entanto, para João Adibe Marques, presidente e acionista da Cimed, estes números não são suficientes considerando que apenas 20% dos medicamentos consumidos no Brasil são genéricos.