Apesar de pressão, presidente do BC rejeita mudança para aumentar meta de inflação
Para Campos Neto, efeito prático seria ‘perda de flexibilidade’
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Beneficiários individuais terão de comparecer aos Cras; governo estima que 1,7 milhão receba irregularmente
Debate sobre uma eventual mudança das metas de inflação, que é legítimo, começou a ser feito num ambiente politizado
Presidente do Banco Central participou do programa Roda Viva nesta segunda-feira, 13; ele se posicionou contra a mudança da meta de inflação e defendeu autonomia da instituição
Economista propõe manutenção da meta de inflação e definição de regime fiscal
Presidente do BC diz que não sinalizou, em conversas com Lula ou outros integrantes do governo, apoiar a adoção de uma meta de inflação mais alta
As aprovações de medicamentos de especialidades mais aguardadas para este ano têm potencial para movimentar até US$ 17,5 bilhões em cinco anos. É o que aponta uma análise da consultoria norte-americana Evaluate Vantage.
Pelo terceiro ano consecutivo, uma nova terapia para a doença de Alzheimer figura como o lançamento de maior repercussão entre analistas da indústria farmacêutica. Mas a julgar pelas projeções dos dois anos anteriores, o setor está bem mais cauteloso.
Em 2022, o medicamento mais esperado da lista, com vendas estimadas no valor de US$ 6 bilhões, foi o Donanemabe, da Eli Lilly. Em 2021, a aposta recaiu sobre o Aduhelm (aducanumabe), da Biogen e da Eisai, com estimativas de vendas de US$ 4,8 bilhões.
Mas o Donanemabe não obteve a aprovação em 2022 e está de volta à lista deste ano, mas com estimativa de vendas substancialmente menor – apenas US$ 1,9 bilhão até 2028. E ainda assim há riscos, uma vez que a FDA rejeitou a aprovação rápida da Lilly para o medicamento sob a alegação de que precisava de mais dados.
Já o Aduhelm sofre com a alcunha de ser considerado o pior lançamento da história da indústria farmacêutica. Em janeiro deste ano, um relatório do Congresso americano apontou que o processo de aprovação do medicamento apresentou uma série de irregularidades por parte da FDA.
Mas a farmacêutica japonesa Eisai volta ao ranking e na primeira colocação com o Lecanemab, ativo para o Alzheimer, aprovado em janeiro como Leqembi e com potencial de US$ 3 bilhões. A lista de 2023 ainda contempla vários medicamentos inovadores que, em função do ineditismo, também trazem altos riscos de regulamentação e reembolso, bem como incógnitas quanto à segurança e eficácia a longo prazo.
O medicamento é indicado para mulheres, que não podem ou não querem utilizar estrogênicos em função dos riscos.
Neste cenário, a Mantecorp Farmasa propõe uma opção inovadora, a drospirenona 4mg isolada. Indicada para todas as mulheres das mais diversas idades, que não podem ou não querem utilizar estrogênicos em função dos riscos, o princípio ativo é livre de estrogênios, ou seja, a mulher tem menor exposição hormonal, além de baixo risco metabólico, de trombose e cardiovascular2. A pílula ainda tem efeito positivo na pele, cabelo e não estimula o ganho de peso.
“A drospirenona é a evolução do anticoncepcional e chegou para modernizar o mercado como uma opção eficaz e segura. Oferece um maior período ação, superior a 24 horas, e melhor controle de ciclo e perfil de sangramento₄, com menor risco no caso de esquecimento”, explica o dr. Odair Albano, ginecologista, obstetra e consultor de saúde.
Ammy é uma drospirenona isolada de 4 mg, com apresentação em blister com 28 drágeas e já pode ser encontrado nas principais farmácias e drogarias de todo o país.
O encontro será realizado pelo grupo Esfera Brasil, que tem entre seus associados empresários como seu fundador, João Carlos Camargo, da CNN, André Esteves, do BTG Pactual, Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, Rubens Ometto, da Cosan, Abilio Diniz, do Carrefour, Carlos Sanchez, da farmacêutica EMS, e Fernando Marques, da União Química.
O desenvolvimento e a capacitação da liderança (50,8%), a cultura organizacional (34,8%) e a comunicação interna (29,1%) serão as três principais prioridades das áreas de gestão de pessoas no Brasil, em 2023. É o que revela pesquisa inédita da consultoria global Great Place To Work (GPTW) e do Great People, ecossistema de marcas que apoiam empresas na construção de ambientes de trabalho mais saudáveis. O estudo ouviu 1.716 executivos, sendo 63,2% de recursos humanos e 36% em cadeiras de gerência e diretoria.
“Pela segunda vez [em cinco edições da pesquisa], a capacitação dos líderes ocupa o primeiro lugar da lista de prioridades das companhias”, destaca Daniela Diniz, diretora de conteúdo e relações institucionais do Great People. “O mundo do trabalho mudou e há mais gerações trabalhando juntas”. É preciso desenvolver as chefias para um novo contexto de produção, que exige mais flexibilidade, humanidade e, ao mesmo tempo, eficiência e resultados, explica.
O trabalho mostra que as características mais valorizadas das lideranças pela cúpula das organizações são empatia e gestão humanizada (46,8%), conhecimento do negócio, produtos e serviços (43,2%), alinhamento com a estratégia (41,4%), resiliência e adaptação às mudanças (35,6%).