Conheça veneno de aranha brasileira usado contra o câncer

O veneno produzido por uma aranha brasileira serviu de inspiração para uma pesquisa que busca novas formas de tratar o câncer.

O trabalho, conduzido há cerca de 20 anos por cientistas do Hospital Israelita Albert Einstein e do Instituto Butantan, em São Paulo, avalia o potencial terapêutico de uma substância obtida a partir da Vitalius wacketi, uma aranha que habita o litoral paulista.

O candidato a remédio oncológico, porém, não é feito diretamente do veneno: as moléculas foram isoladas, purificadas e sintetizadas em laboratório, a partir de técnicas desenvolvidas e patenteadas pelos especialistas brasileiros.

Novo antibiótico mostra potencial para combater superbactérias

Cientistas desenvolveram um medicamento com potencial para combater com sucesso superbactérias em humanos.

O novo antibiótico, conhecido como cresomicina, mostrou-se eficaz em testes realizados com camundongos. A droga agiu contra várias bactérias que causam infecções graves e estão cada vez mais resistentes aos tratamentos existentes, segundo estudo publicado na revista Science na última quinta-feira (15).

“O mais importante é que ele mata cepas resistentes a antibióticos em animais”, disse Yury Polikanov, coautor da pesquisa e professor associado de ciências biológicas na Universidade de Illinois Chicago. “É mais potente [do que seus predecessores] e mais potente contra bactérias mortais.”

Ozempic versus a patrulha da alimentação virtuosa

Deu no New York Times e, depois, traduzido na Folha: “Ozempic tem potencial para tratar alcoolismo, doença cardíaca e apneia do sono, sugerem pesquisadores”.

Caso se demonstre verdadeiro o que sugerem os pesquisadores, trata-se de um medicamento capaz de operar várias coisas boas –quase todas decorrentes da sensação de saciedade que também leva à perda de peso.

Ozempic tem potencial para tratar mais doenças

Ozempic e outros medicamentos semelhantes têm se mostrado eficazes na regulação do açúcar no sangue e na perda de peso. Agora, os cientistas estão explorando se eles podem ser igualmente transformadores no tratamento de uma ampla gama de outras condições, desde dependência e doença hepática até uma causa comum de infertilidade.

“É como uma bola de neve que se transformou em uma avalanche”, afirma Lindsay Allen, economista da saúde na Northwestern Medicine. À medida que os medicamentos ganham impulso, diz, “eles estão deixando para trás uma paisagem completamente remodelada”.