O movimento tem lógica com indicadores de mercado. Somente a categoria de dermocosméticos cresceu 62,8% em vendas na América Latina de 2016 até 2021, mostra a Euromonitor, para US$ 1,55 bilhão. A fabricante americana é a segunda maior vendedora no país, com participação de 9,6%, ainda bastante atrás da francesa L’Oréal, que detém uma fatia de 48,2%.
Além das mudanças de portfólio, buscou ganhar eficiência operacional, o que foi acelerado pela chegada da covid-19. “A pandemia deixou claro a importância dos cuidados com a saúde, então acelerou nosso processo de inovação em saúde. Mas também deixou claro a necessidade do digital”, diz Mendes. O grupo intensificou sua presença nas plataformas digitais, incluindo redes sociais. As vendas on-line também triplicaram.