China corre risco de parar de crescer antes de ficar rica
Para analista, país passa por uma ‘recessão de balanço’, com consumidores e empresas pagando dívidas em vez de tomar empréstimos e investir
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Incorporação de drogas que agem diretamente no tumor foi aprovada, mas ministério não definiu distribuição; OUTRO LADO: governo diz que disponibilização efetiva deve ocorrer até o final de agosto
Segundo se prevê, país representará um poderoso contrapeso à China
Tratar os pacientes de Alzheimer o mais cedo possível, quando os sintomas e a patologia cerebral são mais leves, oferece uma melhor chance de retardar o declínio cognitivo, sugere um grande estudo de uma droga experimental para a doença apresentado na segunda-feira (17).
O estudo com 1.736 pacientes relatou que a droga, donanemab, produzida pela empresa farmacêutica Eli Lilly, pode retardar modestamente a progressão dos problemas de memória e pensamento nos estágios iniciais da doença de Alzheimer, e que a desaceleração foi maior para os pacientes quando eles tinham menos quantidade da proteína que cria emaranhados no cérebro.
Para as pessoas no início da doenças, o donanemab pareceu retardar o declínio da memória e do pensamento em cerca de 4,5 a 7,5 meses, num período de 18 meses, em comparação com os pacientes que tomaram placebo, segundo o estudo publicado na revista Jama.
Ameaça aos testes rápidos em farmácias. Segundo informações obtidas com exclusividade pelo Panorama Farmacêutico junto a fontes do Ministério da Saúde, o órgão sugeriu à Anvisa o adiamento da nova resolução que regulamenta esses serviços no varejo farmacêutico a partir de 1º de agosto. O motivo? Pressão de entidades ligadas aos laboratórios de análises clínicas.
Porém analistas alertam que medidas são ‘muito tímidas’ para proporcionar impulso à cambaleante recuperação econômica
A Pague Menos informou a saída de Marcos Colares, vice-presidente comercial e supply chain. O anúncio oficial se deu por meio de um comunicado interno ao qual o Panorama Farmacêutico teve acesso.
Segundo apurações da redação, os efeitos da falta de medicamentos para a terceira maior rede do varejo farmacêutico nacional contribuíram para essa decisão.
De acordo com o texto, o desligamento é efetivo a partir de quinta-feira, dia 20. A varejista agradeceu a dedicação do executivo, que chegou à empresa em 2019.
A Pague Menos tem na saída de Colares mais um indicativo de tempos difíceis que afligem parte do varejo farmacêutico. A falta de medicamentos, problema que pautou a agenda do setor em 2022, também comprometeu as operações e a gestão de supply chain. E a rede atribuiu o cenário à indústria.
Segundo Luiz Novais, fornecedores teriam destinado à Pague Menos somente metade do que a rede demandou para absorver os estoques necessários para as lojas que a empresa incorporou após a compra da Extrafarma. Mas um detalhe: esse valor de R$ 180 milhões já representou o dobro do que a varejista estimou antes de concluir a aquisição.
Para conter impactos da falta de medicamentos, a Pague Menos investiu em negociações com a indústria para estender prazos de pagamento. Dos 24 dias acordados no quarto trimestre de 2021, o limite passou para 34 dias nos três últimos meses de 2022.
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Uma delas foi a criada entre o Mercado Livre e a gestora Kaszek
Ministro contava com aprovação de medidas para elevar receita e, assim, garantir cumprimento de novas metas fiscais