Merck entra no mercado de medicamentos para obesidade no Brasil

A Merck acaba de estrear no bilionário mercado brasileiro de medicamentos para obesidade. Com um tratamento oral de última geração, o Contrave, a multinacional foi surpreendida pela forte aceitação do produto e atingiu mais de 70% da meta para o primeiro mês de comercialização com apenas sete dias de colocação nas farmácias. A ambição é alcançar a liderança nesse segmento em três anos, chegando a mais de 200 mil pacientes.

Segundo o presidente da Merck Brasil, Arnaud Coelho, foram cinco anos de trabalho para viabilizar o lançamento nacional da terapia, a primeira que combina dois princípios ativos – naltrexona e bupropiona -, para frear a fome emocional e a fome fisiológica, com atuação também contra o “craving”, um desejo incontrolável por determinado tipo de alimento.

Entre os tratamentos de última geração contra a obesidade, lançados há dois ou três anos, é o único de apresentação oral. “O Contrave nasce para tratar obesidade ou sobrepeso, em pacientes que apresentem ao menos uma comorbidade, com algumas características especiais”, disse o executivo ao Valor, destacando ainda seu mecanismo de liberação prolongada.

Com preço de até R$ 650 para um mês de tratamento considerando-se a dosagem máxima, o medicamento é produzido no Canadá e foi licenciado para a Merck na América Latina. Nos Estados Unidos, onde foi registrado e é vendido pela Nalpropion Pharmaceuticals, é líder de mercado em vendas e em prescrição na apresentação oral.

Além do foco em cumprir as exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a farmacêutica concentrou esforços em trazer o tratamento a um preço mais acessível – essa classe de medicamentos ainda é muito cara no país e foi preciso adaptar seu custo à realidade brasileira para ampliar o acesso. Isso significa, de alguma forma, abrir mão de margem, reconhece o executivo.

New Bayer chief plans a radically different style to cut bureaucracy

Anderson joined Bayer in April and formally became CEO this month. His appointment followed pressure from shareholders who have been calling for a break up of the group, struggling to contain the continued impact its $63bn takeover of US crops group Monsanto in 2016.

Days after he joined, Anderson said he would consider all options. Two weeks in as CEO, the former head of Roche’s pharma division and ex-chief of its US biotech group Genentech, declined to elaborate on potential structural changes for the multi-headed group. “I hate to tell you more than I know”, he tells the Financial Times.

Instead, at the company’s headquarters in Leverkusen in north-west Germany, he lays out plans to empower staff with a “radically different approach to how our work is done, how resources are allocated, how budgets are determined”.

Anderson said that he wanted “every person at Bayer to have the same level of impact, fulfilment and accomplishment as a sole proprietor” who does not have to deal with any internal red tape.

To achieve this, he wants to axe internal bureaucracy and make individual employees more accountable. He added that this was not about job cuts but a better way of organising work.

S&P eleva perspectiva de Petrobras, Ambev e outras 20 empresas de neutro para positiva

Outras 9 empresas também tiveram suas perspectivas alteradas de neutro para positiva por terem vários pontos fortes de crédito que contribuem para algum isolamento de um possível estresse na nota soberana. Caso o rating do Brasil seja elevado suas notas também seguiriam o mesmo caminho.

Ambev, Ultrapar, Raízen, Localiza, Votorantim, Votorantim Cimentos, Nexa Resources, MV24 Capital e Ache Laboratórios Farmacêuticos são as companhias que a S&P destaca que também passariam por esse movimento de elevação na nota de crédito caso a classificação soberana do Brasil suba.

Biomm faz acordo para distribuição de medicamento biológico para doença de Crohn no Brasil

A Biomm anunciou nesta sexta-feira um acordo com a Bio-Thera Solutions para comercialização e distribuição exclusiva do medicamento biológico Ustequinumabe no Brasil.

O Ustequinumabe é um anticorpo monoclonal utilizado no tratamento da doença de Crohn e da psoríase em placa, moderada a grave, em pacientes que não responderam ou têm contraindicação a tratamentos convencionais.

“Com este medicamento imunológico, a Biomm segue na ampliação do seu portfólio e reforça seu compromisso em melhorar o acesso a tratamentos biotecnológicos de alta qualidade para doenças graves”, afirma a companhia.

A importação, comercialização e distribuição do medicamento no Brasil ainda depende de obtenção de registro perante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e publicação de preço pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).