Farmacêuticas da Índia apostam no Brasil com genéricos e IFAs

Como parte dessa estratégia, a entidade planeja um acordo de cooperação com a Abiquifi e o Sindusfarma, com meta de criar no Brasil uma base para as operações na América Latina. A Índia é sede de quatro das dez maiores fabricantes de genéricos do mundo, além de responder por 90% dos IFAs para vacinas contra o sarampo.

Nelson Mussolini, porém, alertou para a necessidade de romper importantes gargalos. Uma das medidas defendidas pelo dirigente do Sindusfarma é a redução de impostos para atrair fabricantes de insumos ao Brasil. “Dessa maneira teríamos não só uma indústria farmacêutica de produto acabado, que já é muito grande, mas também uma produção de matéria-prima para atender facilmente todo o continente americano. E ainda resolveríamos os problemas com fretes, cujo custo aumentou até dez vezes em função da pandemia”, avalia.

Haleon espera crescimento de 8% com foco em consumer health

Lançada oficialmente no dia 18 de julho como uma empresa independente 100% focada em Consumer Health, a Haleon (pronuncia-se “Hay-Lee-On”), emprega mais de 22 mil pessoas em 170 mercados. Após o spin-off com a GSK, a companhia carrega em seu portfólio marcas globais como Advil, Centrum, Corega, Sensodyne e Eno, que no Brasil são os carros-chefes que detém o maior faturamento.