IBGE: inflação do IPCA-15 é de 0,21% em abril

O IPCA-15 surpreendeu o mercado financeiro ao ficar abaixo da mediana das previsões. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam variação de 0,29% em abril.

Com o novo resultado, o índice atingiu 3,77% no acumulado de 12 meses, o menor patamar desde julho de 2023 (3,19%). Nesse recorte, a taxa era de 4,14% até março

Hypera Pharma abre inscrições para estágio de férias com bolsa-auxílio de R$ 2.400

A Hypera Pharma, empresa farmacêutica, está com inscrições abertas para seu primeiro programa de estágio de férias, o Hyper Estag 2024. A empresa é dona de marcas que são ícones no Brasil, como Benegrip, Buscopan, Engov, Neo Química, Rinosoro, Mantecorp Skincare e Simple Organic.

O programa terá duração de até de dois meses, com previsão de início no mês de junho. As oportunidades de estágio de férias são para as áreas de Marketing, Financeiro, Comunicação de Marcas e Projetos.

Lula visita Nova Lima nesta sexta-feira para inauguração de indústria farmacêutica

Nesta sexta-feira (26), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá participar da inauguração da planta de produção da fábrica da empresa farmacêutica Biomm, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Essa será a terceira visita de Lula a Minas Gerais em 2024.

Além do presidente, outras autoridades do governo federal também estarão presentes, como a ministra da Saúde, Nísia Trindade, e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Sales. O evento está previsto para começar às 10h30, no Alphaville.

Finep apoia Biomm em projeto de cerca de R$ 340 mi que envolve produção de insulina com ação prolongada e fácil administração

A farmacêutica Biomm obteve apoio de R$ 203 milhões de crédito (Finep, BNDES E BDMG), além de R$ 133 milhões aportados via equity (BNDES e BDMG), para implantar uma unidade Industrial biofarmacêutica para o desenvolvimento, produção e comercialização de insulina e outros medicamentos biológicos em Nova Lima (MG). A Finep entrou com R$ 70 milhões.

Recentemente, a companhia obteve as certificações necessárias da Anvisa e poderá iniciar a produção nacional da insulina glargina. Após injetada no tecido subcutâneo, forma micro-precipitados que liberam continuamente a insulina sem formação de pico, com duração de ação prolongada, permitindo uma única administração no dia.

Bristol Myers Squibb drafts contingency plans for US restrictions on Chinese pharma

If enacted, the bill will have far-reaching consequences for the US pharmaceutical industry. WuXi Biologics helps to produce the chemicals underpinning 24 commercialised drugs and hundreds more medicines being studied in clinical trials, according to company data. WuXi AppTec is also widely used by cell and gene therapy drugmakers.

BMS uses WuXi Biologics to produce some ingredients in Revlimid, which generated $1.4bn in the first quarter despite coming off patent in 2022. Elkins declined to comment on the details of the contracts with WuXi.

The ‘gender health gap’ shortens lives and costs billions

Nearly everyone knows pain. Pain that makes us gasp or blots out our ability to think can be frightening. But enduring it the most are women, who are much more likely to experience pain that is recurrent, severe and long-lasting.

Despite this pattern, women across the world are less likely to receive good treatment. They are told that their symptoms aren’t plausible, that it’s “all in their head”, that they’re too emotional, too weak, too heavy, too thin. Many receive neither treatment nor cure, but symptom management at best.

During my research on people living with pain, I have heard the same stories again and again: healthcare professionals telling patients that their symptoms are “just part of being a woman”, and that, tacitly implied, they do not warrant medical attention. We all maintain the notion that healthcare is intended to help and heal. But the truth is, there is a difference in how men and women are supported by healthcare systems and providers.

Tecnologias como AI podem ajudar nas metas da ONU, diz presidente do Einstein

Como presidente desde dezembro de 2016, Klajner lidera hoje a expansão da rede fora de São Paulo. A Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, fundada em 1955, conta com 28 hospitais, ambulatórios particulares, clínicas de atenção primária, centro de reabilitação e medicina esportiva, medicina diagnóstica e outros, além de administrar outras 30 unidades do setor público. Também está no ensino de saúde, com 12 unidades de ensino. Na semana passada, inaugurou a quarta unidade de inovação, em Manaus (AM). O investimento em tecnologia e em inteligência artificial é constante e já tem rendido frutos, conforme contou Klajner ao Prática ESG.

Mas, como se não bastasse a jornada dupla no hospital, como médico e gestor, sendo este último cargo voluntário como toda a diretoria, Klajner é o primeiro brasileiro membro do conselho de administração do Institute for Healthcare Improvement (IHI), cargo que ocupa desde meados de 2023. O Einstein foi o primeiro parceiro estratégico na América Latina da organização sem fins lucrativos americana, em 2013.

Mais recentemente o executivo foi escolhido para ser o representante do programa Liderança com Impacto, do Pacto Global da ONU no Brasil do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 3 (Saúde e Bem-Estar), criado pelas Nações Unidas com o propósito de garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

Na conversa, feita em uma das salas de reunião do hospital no bairro do Morumbi, em São Paulo, Klajner contou, durante duas horas, como o grupo tem incorporado práticas ESG [ambientais, sociais e de governança corporativa] em suas atividades e seu papel, pessoal, à frente da promoção do ODS 3 no Brasil.

Quando a gente fala, por exemplo, de inovação de projetos de pesquisa, eu preciso pensar em escalabilidade e a oportunidade de ter impacto. A tecnologia ajuda nisso. Por exemplo, há um problema nos estudos clínicos. É difícil atrair a população para um centro de pesquisa. Assim, as pessoas que moram distantes ou que não têm como deixar os filhos para participar acabam ficando de fora. Um levantamento americano mostrou, por exemplo, que 95% da população que participou de estudos de novas drogas é branca. Não é possível saber, dessa forma, como o medicamento para a mesma doença vai agir em pessoas pretas, por exemplo. E o Brasil tem uma miscigenação bem alta da população. Pensando nisso, no nosso setor de inovação, temos uma startup que desenvolveu um aplicativo de pesquisas clínicas onde os pacientes podem colocar as informações de sintomas e, só precisam se deslocar uma vez por mês para coletar sangue. Estamos fazendo isso em um estudo sobre o impacto das alterações de colesterol nas doenças de hipertensão ou complicações de doença cardiovascular. A plataforma, chamada Real World Data, ou Real World Evidence, tem uma base de dados que nem o SUS [Sistema Único de Saúde] tem.

Reforma tributária estabelece oito operações com bens e serviços que terão alíquota zero

No caso dos dispositivos médicos, a regulamentação traz uma lista com 20 produtos, entre eles aparelhos ortopédicos, eletrocardiógrafos e respiradores. Já quando o produto for adquirido pela administração pública direta, autarquias e fundações públicos, a lista é mais extensa, com 92 produtos.
Para os medicamentos, há uma lista de 383 produtos, incluindo vacinas e soros, e outra de 850 quando adquiridos pelo poder público. Os medicamentos devem ser registrados pela Anvisa ou produzidos por farmácias de manipulação.

Assim como nos anteriores, a lista poderá ser editada anual em ato conjunto do presidente e do comitê gestor do IBS somente para inclusão de medicamentos inexistentes na revisão anterior e “cujos aprimoramento terapêutico e relação custo-efetividade positiva tenham sidos constatados pela Conitec/MS”. Em caso de emergência de saúde pública, a lista poderá ser editada a qualquer momento.

Já os produtos de cuidados básicos à saúde menstrual terão alíquota zero do IBS e CBS apenas quando a venda for para administração pública direta, autarquias e fundações públicas. Esses produtos envolvem tampões higiênicos, absorventes internos ou externos, descartáveis ou reutilizáveis, calcinhas absorventes e coletores menstruais.

Erros médicos geraram 12% das internações na UTI do HC de SP

Médicos intensivistas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, na capital paulista, monitoraram as internações na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Instituição ao longo do ano. Ao final do período de análise, concluíram que 12% dos pacientes chegaram a esse estágio de tratamento por conta de alguma situação adversa.

Esse estudo foi publicado em janeiro de 2024 na revista “Journal of Critical Care” e noticiada pelo G1. De acordo com os relatos, os pesquisadores acompanharam os pacientes desde o momento que iniciaram o tratamento na UTI até a alta hospitalar, transferência ou morte. O principal objetivo foi entender se o motivo da ida para a Unidade tinha ou não associação com algum erro médico.

510 pacientes foram monitorados e, destes, 62 passaram por uma adversidade. Contudo, os pesquisados classificaram como erro médico algum tipo de atividade que possa provocar danos à saúde após ação irregular de outros profissionais, falta de insumos, erros de dosagens, líquidos contaminados, quedas, procedimentos malsucedidos e outros processos inadequados.