Vendas de antidepressivos genéricos no Brasil sobem mais de 50% em dois anos de pandemia

Nesse segmento, as moléculas mais vendidas, em unidades, foram escitalopram, sertralina, amitriptilina, fluoxetina e venlafaxina. E os maiores vendedores foram Eurofarma, SanofiMedley, EMS Pharma, Teuto e Geolab.

Os genéricos também ganharam fatia adicional no mercado de ansiolíticos, com crescimento de 17% nas vendas na pandemia. Nos quatro primeiros meses deste ano, as fabricantes dessa versão de medicamentos para controle dos desconfortos da ansiedade comercializaram 15,7 milhões de unidades, com participação de mercado recorde de 72% — em valor, foram R$ 71,9 milhões no quadrimestre. As moléculas mais vendidas foram clonazepam, alprazolam, bromazepam, diazepam e lorazepam, e os principais laboratórios no ranking, em unidades, foram SanofiMedley, Germed, EMS Pharma, Geolab e Teuto.

Airela destina R$ 100 milhões para investimentos em pesquisa

A Airela já conta com 170 apresentações de produtos e o ritmo de lançamentos continua alto, principalmente nas categorias de probióticos e medicamentos controlados. Somente na última Abradilan Conexão Farma, realizada em São Paulo, foram 30 novos itens, com destaque para a linha voltada ao reforço do sistema imune. Entre os lançamentos de 2022 na linha farma, destaque para Abidor, Akalmese, Condroflan, Leflora, Abryflui, Expectovic, Aberalgina, Alyviazes, Resfenax, Hyalux Skin, Imunodez e Cogniplex.

Campanha do Idec pede redução no preço de medicamentos

A proposta obriga que a empresa, no momento em que pede a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para comercializar um medicamento no Brasil, disponibilize os custos da fabricação, logística e até mesmo de pesquisa e no desenvolvimento do medicamento. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 30% dos gastos das famílias com saúde são com remédios.

EUA podem ter transmissão comunitária da varíola do macaco, mas risco para a população é baixo

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) disse que a doença não é uma emergência sanitária, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta semana que é pouco provável que a varíola do macaco se torne uma pandemia, mas fez a ressalva que a situação pode piorar caso o surto atinja crianças – considerado o grupo mais vulnerável contra a doença