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Pledges to invest in pandemic preparedness with facility in Kenya fall short as sales of Covid jabs decline
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Western pharmaceutical companies are in talks with alternative suppliers in response to draft US legislation seeking to restrict an important Chinese drug developer and manufacturer over national security concerns.
In response to the bill, introduced in the US Congress in January, shares of WuXi AppTec and WuXi Biologics have fallen about 50 per cent so far this year in Hong Kong, wiping out more than HK$200bn (US$26bn) in their combined market value.
“Our business and customer relationships remain strong. Our executive leadership team has been regularly in touch with customers to address questions on the legislation and provide relevant updates,” said WuXi AppTec.
Tirzepatide — the active ingredient behind Eli Lilly’s diabetes treatment Mounjaro and weight loss drug Zepbound — is also produced by WuXi Biologics, according to two people familiar with the matter.
While the bill was not expected to be passed until after the presidential election in November, the uncertainty caused by mounting US-China tensions was forcing companies to draft contingency plans, said experts.
In total, 23 US biotechs have flagged their reliance on WuXi production facilities in annual reports since the start of March, according to data from AlphaSense. Five of the companies, including ArriVent Biopharma and Dianthus Therapeutics, informed investors that they were exploring alternative manufacturing options to WuXi.
An amended US Senate version of the bill says it will allow existing contracts to be grandfathered to avoid interrupting the supply of medicines, but it is unclear how this carve-out will work in practice.
Rival contract manufacturers stand to benefit from the bill. “We are seeing an increase in engagement,” said Mario Polywka, interim chief executive of Evotec, a German drug outsourcer that focuses on early drug development.
Nas redes sociais, mulheres que usaram Ozempic ou medicamentos semelhantes para diabete ou perda de peso estão relatando um efeito colateral inesperado: uma gravidez-surpresa. O grupo do Facebook “Eu engravidei usando Ozempic” tem mais de 500 membros. Numerosas postagens no Reddit e TikTok discutem gestações não planejadas enquanto tomavam Ozempic e drogas semelhantes que podem acarretar uma perda de peso significativa ao reduzir o apetite e desacelerar o processo digestivo. As drogas são conhecidas como “peptídeo-1 semelhante ao glucagon”, ou drogas GLP-1.
Os relatos de um boom de bebês Ozempic são anedóticos, e não se sabe quão difundido é o fenômeno. Especialistas dizem que a perda de peso significativa pode afetar a fertilidade. Outros especulam que as drogas GLP-1 podem interferir na absorção de contraceptivos orais, causando falhas no controle de natalidade.
PESQUISAS. Pouco se sabe sobre os efeitos de Ozempic e drogas semelhantes em mulheres que querem engravidar ou que engravidam enquanto tomam as drogas, pois elas foram especificamente excluídas dos ensaios clínicos iniciais do medicamento. Um porta-voz da Novo Nordisk, que fabrica Ozempic e Wegovy, disse que a empresa está coletando dados para avaliar a segurança de engravidar enquanto se usa Wegovy, a versão da semaglutida aprovada para perda
Um estudo pioneiro no Brasil demonstrou que o tratamento de usuários de crack com canabidiol (CDB) tem melhores resultados na redução da dependência e de efeitos adversos em relação aos medicamentos convencionais usados nos Caps AD (Centros Psicossociais de Álcool e Drogas).
Realizado pela UnB (Universidade de Brasília) e publicado na revista científica International Journal Mental Health and Addiction, o trabalho envolveu 73 usuários que foram alocados aleatoriamente (por sorteio) em um dos dois grupos (37 no grupo de controle e 36 no grupo CBD). Inicialmente, foram 90 selecionados, mas 17 acabaram excluídos porque não retornaram.
Ansioso antes de uma grande entrevista de emprego? Preocupado em dar um discurso? Nervoso para o primeiro encontro?
A solução, sugerem algumas startups digitais, é um betabloqueador, um tipo de medicamento que pode diminuir a frequência cardíaca e a pressão sanguínea —mascarando alguns dos sintomas físicos da ansiedade.
Normalmente, uma visita ao consultório médico seria necessária para obter uma prescrição, mas várias empresas conectam diretamente pacientes a médicos para consultas virtuais rápidas, enviando a medicação para as casas das pessoas.
“Sem mais ‘Tremedeira e Suor'”, prometeu um anúncio online. “Fácil e rápido, 15 minutos.”
Isso preocupa Yvette Sheline, professora de psiquiatria na Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia.
Uma nova estratégia global deve levar a uma onda de demissões na Sanofi. Fontes ouvidas pelo Panorama Farmacêutico avaliam que até 2 mil colaboradores poderiam perder seus empregos em nível global, incluindo farmacêuticos e profissionais de força de vendas.
E embora a indústria farmacêutica francesa tenha sido procurada pela redação e declarado ser cedo para falar em impactos no mercado brasileiro, o país não deverá ficar ileso.
Segundo apuração original do portal norte-americano Fierce Biotech, um e-mail enviado no último dia 4 de abril foi usado pela direção do laboratório para revelar as demissões na Sanofi.
O documento com a assinatura de Houman Ashrafian, líder de pesquisa & desenvolvimento (P&D), contém 230 palavras que expuseram as ambições da companhia – entre elas a de construir “uma potência em imunociência, preparada para acelerar lançamentos e transformar a prática da medicina”. Mas…
Mas a mensagem veio acompanhada da previsão de uma “estrutura simplificada de P&D”. O executivo confirmou que, “como esta redefinição de prioridades não pode ser alcançada sem um impacto na nossa força de trabalho, a nossa prioridade é comunicar as equipes afetadas em todas as áreas terapêuticas”.
Como parte desse redirecionamento, a Sanofi também começou a planejar a separação da unidade de MIPs, que agrega marcas renomadas como Buscopan, Dorflex e Novalgina. O Dorflex é o carro-chefe da farmacêutica no mercado brasileiro, sendo um dos 15 medicamentos com maior venda de unidades e um dos dez com maior faturamento.
A Sanofi ainda avalia quais seriam os caminhos para efetivar essa separação, mas a hipótese mais provável é a de uma transação por meio do mercado de capitais. Uma nova empresa seria formada e listada na bolsa de valores da França. Porém, o plano também passa por reduzir custos operacionais.
Com foco na inovação radical em um segmento específico, em detrimento de outros setores, a redução do quadro de colaboradores é uma consequência natural. Entretanto, podem haver mais elementos nessa história.
A cada ano, a lógica do mercado consistia em ver os Estados Unidos entre os 10 países que mais exportaram medicamentos. Mas o gigante da indústria farmacêutica perdeu o posto para um líder inédito.
Com US$ 572 milhões (R$ 2,89 bilhões) em remédios vendidos para o mercado externo, o Nepal vem se consolidando como um celeiro do setor. A nação do Himalaia é uma fonte diversificada de fármacos baseados nos princípios da medicina ayurveda, tanto que conta com 73 fábricas especializadas.
A diversidade de condições climáticas amplia o leque de soluções farmacêuticas disponíveis no país. Mas a mão do Estado vem sendo o fator mais determinante para potencializar essa produção industrial.
O governo nepalês incorporou os medicamentos a uma política de Estado. Como primeira iniciativa, decidiu explorar a proximidade estratégica com a China e a Índia para obter IFAs importados sem custos elevados com o deslocamento da matéria-prima.
Com a garantia de insumos baratos, o Nepal pode concentrar mais recursos financeiros na NPRDU, universidade pública inteiramente dedicada à pesquisa e desenvolvimento farmacêutico. O resultado é a existência de mais de 130 laboratórios nacionais e outras 30 já estão em processo de obtenção de licenças.
A farmacêutica, junto com suas subsidiárias BlueRock e AskBio, avança em um portfólio líder do setor em terapias celulares e gênicas pré-clínicas e clínicas. O portfólio de desenvolvimento compreende sete programas de terapia celular e terapia gênica em diferentes estágios de desenvolvimento clínico, e está focado em áreas de maior necessidade médica não atendida.
A farmacêutica chinesa Hangzhou Jiuyuan Gene Engineering desenvolveu o primeiro biossimilar do Ozempic (semaglutida), medicamento para diabetes da Novo Nordisk. O laboratório submeteu às autoridades o pedido de aprovação para a comercialização do medicamento no país. As informações são da Reuters.
A empresa destaca que “é a primeira semaglutida biossimilar nacional a ser submetida para comercialização”, e possivelmente do mundo, já que as patentes do Ozempic ainda estão vigentes.
Na China, a patente da semaglutida acaba apenas em 2026, o que significa que, mesmo se aprovado, o biossimilar não poderia ser vendido neste ou no próximo ano.
No entanto, há uma briga judicial no país, iniciada pela Jiuyuan Gene, para tornar a patente da Novo Nordisk inválida, o que abriria caminho para a comercialização imediata do medicamento.
De acordo com a mídia local, a patente chegou a ser considerada inválida em 2022 pelas autoridades chineses, porém a farmacêutica dinamarquesa recorreu da decisão. O processo ainda está em andamento.
No comunicado, a farmacêutica chinesa não menciona a questão da propriedade sobre a molécula, mas já destaca planos de levar o biossimilar a outros países. Diz que vai “se esforçar para levar biossimilares de semaglutida a muitos pacientes necessitados na China o mais rápido possível “ao mesmo tempo em que “realizará ativamente pedidos de registro no exterior”.
Medicamentos inovadores biológicos, fitoterápicos e sintéticos estão na alça de mira da Anvisa. A agência anunciou na última terça-feira, dia 9, um edital de convocação para apoiar startups com atuação na área. As informações são da Agência Brasil.
Por meio de nota, o órgão regulador apontou que a iniciativa é uma forma de fomentar a inovação no mercado de saúde brasileiro. E a solução ficará em casa mesmo, uma vez que o edital foca nas empresas nacionais.
O projeto-piloto de avaliação regulatória escolherá três medicamentos inovadores, um de cada tipo anteriormente citado.
“O objetivo primário é apoiar essas empresas na navegação pelo regramento sanitário desde as fases iniciais de desenvolvimento dos produtos”, explica a Anvisa.
Entre os critérios detalhados no edital para a candidatura, estão pontos referentes ao desenvolvimento do remédio, a capacidade da startup, além de o fármaco ser utilizado no combate de doenças com impacto significativo na sociedade.