Alessandro Carlucci, ex-CEO da Natura, quer romper os paradigmas da indústria de beleza

Em 2015, criou a marca para que as inovações da academia chegassem logo aos consumidores “porque a pele tem pressa” e cresceu 700% desde então. Depois de se estabelecer no Uruguai, Chile e Argentina, a The Chemist desembarca agora no Brasil com a expectativa que o país passe a representar 50% do negócio e alcance um faturamento de R$ 20 milhões este ano. Em até três anos, pretende fincar sua bandeira nos Estados Unidos.

Entre elas estão a Simple Organic, que foi comprada pela Hypera, a Just For You, que tem a Eurofarma como principal investidora e a Salvve, que, como a Chemist, foi um desdobramento a partir de um blog criado pela influenciadora Julia Petit. No cenário internacional, a The Drunk Elephant se tornou um ícone ao ser comprada pela Shiseido em 2019 por US$ 845 milhões.

JustForYou, de produtos de beleza personalizados, entra no mercado de mapeamento de DNA

A JustForYou, marca de produtos de beleza personalizados da qual a gigante Eurofarma é sócia, está levando sua proposta “sob medida” para o terreno do DNA. A companhia vai lançar no fim do mês uma linha de mapeamentos genéticos voltados para mães e filhos.

O teste apenas da mãe vai custar R$ 780,30 e mapear 20 características genéticas, como risco de desenvolver câncer de mama e ovário, predisposição para ganho e retenção de peso durante e após gravidez e risco de desenvolver diabetes tipo 2. O mapeamento infantil sairá por R$ 870,30 e vai abranger 50 características, como tendência para transtornos de ansiedade e risco para desenvolvimento de transtorno do espectro autista. O combo dos dois será vendido por R$ 1.299.

A expectativa da JustForYou é que o teste de DNA represente algo entre 5% a 10% do faturamento já no fim desde ano. Em 2021, a companhia disse ter faturado cerca de R$ 20 milhões, e a meta para 2022 é elevar a cifra para pelo menos R$ 50 milhões.

Grupo NC, dono da EMS, lança nova empresa, a Multilab Farma

Conforme o grupo, a reorganização visa sobretudo a ampliar a capilaridade e distribuição de seus produtos nas farmácias. A Nova Química está entre os cinco maiores laboratórios de genéricos no país, enquanto a Multilab tem marcas como Buprovil (Ibuprofeno) e Esop (Esomperazol).
A nova companhia será liderada pelo diretor-geral Gustavo Veber e projeta alcançar demanda anual de R$ 1 bilhão. Já neste ano, a expectativa é alcançar 90 milhões de unidades (caixas) comercializadas.

Vendas de antidepressivos genéricos no Brasil sobem mais de 50% em dois anos de pandemia

Nesse segmento, as moléculas mais vendidas, em unidades, foram escitalopram, sertralina, amitriptilina, fluoxetina e venlafaxina. E os maiores vendedores foram Eurofarma, SanofiMedley, EMS Pharma, Teuto e Geolab.

Os genéricos também ganharam fatia adicional no mercado de ansiolíticos, com crescimento de 17% nas vendas na pandemia. Nos quatro primeiros meses deste ano, as fabricantes dessa versão de medicamentos para controle dos desconfortos da ansiedade comercializaram 15,7 milhões de unidades, com participação de mercado recorde de 72% — em valor, foram R$ 71,9 milhões no quadrimestre. As moléculas mais vendidas foram clonazepam, alprazolam, bromazepam, diazepam e lorazepam, e os principais laboratórios no ranking, em unidades, foram SanofiMedley, Germed, EMS Pharma, Geolab e Teuto.

Airela destina R$ 100 milhões para investimentos em pesquisa

A Airela já conta com 170 apresentações de produtos e o ritmo de lançamentos continua alto, principalmente nas categorias de probióticos e medicamentos controlados. Somente na última Abradilan Conexão Farma, realizada em São Paulo, foram 30 novos itens, com destaque para a linha voltada ao reforço do sistema imune. Entre os lançamentos de 2022 na linha farma, destaque para Abidor, Akalmese, Condroflan, Leflora, Abryflui, Expectovic, Aberalgina, Alyviazes, Resfenax, Hyalux Skin, Imunodez e Cogniplex.

Campanha do Idec pede redução no preço de medicamentos

A proposta obriga que a empresa, no momento em que pede a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para comercializar um medicamento no Brasil, disponibilize os custos da fabricação, logística e até mesmo de pesquisa e no desenvolvimento do medicamento. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 30% dos gastos das famílias com saúde são com remédios.

EUA podem ter transmissão comunitária da varíola do macaco, mas risco para a população é baixo

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) disse que a doença não é uma emergência sanitária, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta semana que é pouco provável que a varíola do macaco se torne uma pandemia, mas fez a ressalva que a situação pode piorar caso o surto atinja crianças – considerado o grupo mais vulnerável contra a doença