Incerteza com Fed pesa e amplia volatilidade dos mercados locais
Somado às incertezas fiscais, atraso na flexibilização monetária nos EUA gera forte reprecificação no câmbio e nos juros
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Governo registra rombo de R$ 1,5 bi no mês, enquanto resultado acumulado no 1.º trimestre é o mais baixo desde 2020; secretário afirma que meta é ‘factível’
Presidente do BC afirmou que bancos centrais no mundo terão uma vida mais difícil por causa da dificuldade dos governos de reduzir gastos
País tinha 8,6 milhões de desempregados no período
Gestora diz que juro estrutural mais elevado no Brasil justifica nova linha de negócio
Santander se tornou o maior recebedor de talentos do Credit Suisse nas Américas depois da implosão do banco no ano passado
A farmacêutica Hypera registrou lucro líquido de R$ 392,2 milhões no primeiro trimestre, alta de 15,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Na mesma base comparativa, a receita líquida somou R$ 1,83 bilhão, avanço de 7,6%.
O aumento na receita líquida no trimestre, de acordo com a Hypera, foi impulsionado pelo crescimento recente das vendas ao consumidor final (sell out) no varejo farmacêutico, resultado do desempenho positivo em skincare, produtos de prescrição e similares, com destaque para as categorias de cardiologia, ginecologia, antiespasmódicos e náusea.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) das operações continuadas alcançou R$ 647,8 milhões de janeiro a março, crescimento de 10,2% em um ano.
O fluxo de caixa operacional somou R$ 479,2 milhões nos três meses encerrados em março, uma alta de 58,9% em relação ao apurado no mesmo período do ano passado.
No primeiro trimestre, as despesas gerais e administrativas reduziram em 11,9%, somando R$ 71,1 milhões.
A emissão será feita em série única e terá vencimento em cinco anos. A remuneração máxima prevista pela farmacêutica é equivalente a CDI mais 0,75%. A taxa final será definida após coleta de intenções de investidores.
Essa é a terceira vez que a Cimed capta recursos no mercado de debêntures. A companhia tem outros títulos emitidos em 2021 e 2022 e que vencem em 2026 e 2027, respectivamente.
A XP coordena a operação, que deve ser concluída no dia 6 de maio.
O segmento tem se mostrado mais resiliente quando comparado às ações
O frisson causado pelo show da cantora Madonna na praia de Copacabana não está mexendo só com o turismo no Rio. Grandes marcas, patrocinadoras ou não da apresentação em 4 de maio, apostam na imagem da popstar para se aproximar do consumidor e turbinar as vendas.
Dona do Carmed — hidratante labial que estourou na internet com parcerias com as balas Fini, a rede de fast food Burger King e as atrizes Maísa e Larissa Manoela —, a farmacêutica Cimed lança nesta semana o Carmed Madonna.
A edição limitada não será comercializada.
Segundo o CEO da Cimed, João Adibe, cerca de 25 mil unidades do produto alusivo ao encerramento da Celebration Tour, que celebra os 40 anos de carreira da popstar, serão distribuídos gratuitamente em farmácias selecionadas em Copacabana.
“O Carmed está entrando em uma nova fase. A gente está pegando um ícone da música pop mundial e atrelando uma marca nacional para se tornar globalizada”, disse Adibe.
Passageiros de algumas viagens da Azul e da viação 1001 com destino ao Rio de Janeiro também serão contemplados, além de hóspedes de três hotéis da rede Ibis em Copacabana e bairros do entorno. Promotores distribuirão o produto em locais estratégicos do bairro.