Ocidente teme que China e Rússia levem tensões ao Ártico
“A situação não é normal”, diz Jonas Gahr Store, premiê da Noruega, que assumiu a presidência do Conselho do Ártico no mês passado, que até então era da Rússia.
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A Rússia e a Ucrânia se culparam mutuamente pelos danos e Kiev alertou que teriam “consequências catastróficas”
Exercício coincide com o aumento das manobras militares realizadas pelos EUA e seus aliados na região; a crescente atividade militar da China gera preocupação entre vizinhos e ocidentais
Alvos são acusados de administrar uma rede de compras de mísseis e programas militares do Irã
As bulas digitais seguem no radar dos investimentos da indústria farmacêutica em inovação. Agora é a vez da União Química aderir a esse modelo, usando recursos de inteligência artificial.
Por meio de um QR Code contido nas embalagens dos medicamentos, é possível ter acesso a um menu interativo que contém informações facilitadas em texto, vídeo e áudio-bulas. O paciente também conta com alternativas como ligar para o SAC União Química por meio de um clique, aprender sobre descarte e reciclagem das embalagens de medicamentos, entre outras possibilidades.
O recurso é pioneiro no setor farmacêutico uma vez que usa inteligência artificial por meio da geração de vídeos bula gerado pela inteligência artificial com a avatar “Laura”.
“É uma nova experiência para o consumidor final. A dificuldade de ler uma bula pode derivar de vários aspectos, seja uma limitação visual ou até mesmo de compreensão de leitura. Por essa ferramenta agora o consumidor consegue navegar intuitivamente por um menu amplo, claro e interativo”, comenta Guilhermo Fragelli, diretor de tecnologia da informação da União Química.
As embalagens dos medicamentos da linha Genom hormonal já estão disponibilizadas ao mercado com este recurso. Agora a companhia trabalha na inserção dos demais produtos do portfólio, priorizando as linhas Genom oftalmologia e sistema nervoso central.
O registro emergencial de medicamentos e vacinas segue em vigor. A Anvisa publicou nesta segunda-feira, dia 5, resolução que permite renovar o uso dos fármacos que tiveram uso emergencial aprovado durante a pandemia. As informações são da Agência Brasil.
A lista contempla medicamentos que tenham sido fabricados até 21 de maio de 2023. De acordo com a resolução, o fim da emergência de saúde pública exige que as farmacêuticas registrem, de forma definitiva, todos os produtos do seu portfólio após esse prazo.
Com base nessas conquistas, apenas 32% dos grupos de pacientes pesquisados em 2022 classificaram o setor farmacêutico como “Excelente” ou “Bom” na melhoria do acesso dos pacientes aos medicamentos. Com os problemas relacionados à pandemia não mais em destaque na maioria dos países até 2022, as preocupações com a saúde de longo prazo – em particular, os atrasos que os pacientes enfrentam para receber tratamento – voltaram a se destacar no topo das preocupações.
Globalmente, até 52% dos grupos de pacientes pesquisados consideraram a melhoria do setor farmacêutico “regular ou ruim” no quesito acesso dos pacientes aos medicamentos. O problema de acesso foi sentido de forma particularmente forte na África (e os grupos de pacientes africanos pesquisados consideraram os preços injustos uma das muitas razões).
Segundo o Grupo Regional de Pacientes com Esclerodermia, do Brasil, os pacientes raros de reumatologia se uniram em manifestações e passeatas para conscientizar o governo e a indústria farmacêutica de sua existência.
O Grupo Nacional de Pacientes com Doenças Raras, da Argentina, acredita que as empresas farmacêuticas devem dialogar para negociar os custos junto com o Ministério da Saúde, movimentos sociais e associações de pacientes.
E para o Grupo Nacional de Pacientes com Doença Renal, do México, é preciso ter programas de medicamentos mais baratos para aqueles que têm menos ou que os medicamentos que estão prestes a expirar possam estar disponíveis para pacientes que não possuem recursos suficientes.
A RV Ímola, empresa de Guarulhos (SP) com mais de uma década de atuação no transporte de medicamentos, abriu uma nova frente de negócios: a consignação de remédios de altíssimo custo.
O público-alvo são hospitais e planos de saúde que querem se livrar das pesadas despesas que envolvem a compra e armazenamento dessa categoria de drogas, cujo uso é muito restrito. Alguns chegam a custar quase R$ 1 milhão.
A economia gerada pelo negócio para esse público é de cerca de 40% porque, em vez de adquiri-los de uma só vez, eles só compram da RV quando há demanda.
Nesse primeiro momento, a empresa opera com drogas usadas no tratamento do câncer e imunossupressores.
Outra vantagem é que os hospitais não precisam mais negociar diretamente com as farmacêuticas a compra desses medicamentos.
Por concentrar as compras, a RV passa a ter volume e consegue negociar preços melhores com os fornecedores.
A entrega é feita de forma imediata aos hospitais.
O governo do Estado definiu a regulamentação dos medicamentos à base de CBD (canabidiol) que serão fornecidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde)
Consumidores de farmácias ganharam um estudo inédito desenvolvido pelo Aché. O documento inspirou a farmacêutica a elaborar o Guia de Atendimento no Balcão de Medicamentos, que teve a colaboração das consultorias Kantar Brasil, Connect Shopper, Inception Consultoria e Pesquisa e OnYou.
“O intuito é que possamos ajudar as farmácias a compreenderem os desejos e necessidades dos shoppers de medicamentos e que possa também embasar decisões de posicionamento estratégico no atendimento. Temos a convicção de que a fidelização é fruto da experiência de compra”, explica Elizangela Kioko, diretora executiva da divisão de Consumer Health.
Segundo a pesquisa, a cada dez clientes que entram em uma farmácia, oito estão lá para comprar medicamentos. Nesse contexto, o tempo gasto na experiência de compra é essencial. “Atributos como agilidade, qualidade e a possibilidade de exercer o poder de escolha na hora da compra são determinantes para a percepção do shopper em relação à escolha de local de compra”, pontua.