Hypera Pharma tem três marcas Top of Mind em 2023

Três marcas da Hypera Pharma, uma das maiores empresas farmacêuticas do país, estão entre as mais lembradas do Brasil em suas categorias segundo o Prêmio Top of Mind. Zero-Cal, marca líder no mercado de adoçantes, conquistou o primeiro lugar pela vigésima vez consecutiva, empatando com Adocyl do mesmo segmento. A premiação reconheceu ainda Neo Química como mais lembrada em medicamentos genéricos, posição a que também havia chegado em 2021.

Quase uma Best in Class, Hypera (HYPE3) tem resultados fracos no 3T23

Aquele momento de exercitar a resiliência é agora. O setor de saúde passa mal e, mesmo “medicado”, provoca desconfianças. Pelo menos foi isso que ficou claro no evento “Saúde não tem preço. Mas tem custo”, realizado pelo Brazil Journal e que contou com a participação da equipe do Inter.

Conforme os analistas, as principais mensagens foram que o setor de saúde passa por um momento de desconfiança generalizada; o modelo de remuneração da saúde precisa mudar; a saúde privada tem a aprender com o SUS; o Brasil está envelhecendo rápido e as pessoas não estão preparadas para isso.

E em se falando de saúde privada, a maior do ramo no Brasil, a Hypera (HYPE3), que está a um índice da B3 para ser uma Best in Class, ilustra bem esse momento. Depois de um 2022 se mantendo como top pick, a empresa reportou resultados fracos para o 3T23.

Cannabis medicinal é usada por 430 mil pessoas no Brasil

Cerca de 430 mil brasileiros realizam tratamentos com medicamentos à base de cannabismedicinal e esse mercado deve movimentar R$ 699 milhões neste ano no país, segundo o mapeamento divulgado nesta terça (7/11) pela Kaya Mind, startup brasileira especializada em dados e inteligência de mercado no segmento da cannabis, do cânhamo e de seus periféricos.

Considerando informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o II Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil da Kaya aponta que 219 mil pacientes importam medicamentos de cannabis no Brasil, 97 mil têm acesso aos medicamentos à base de cannabis nas farmácias e por volta de 114 mil pacientes fazem o tratamento via associações.
As estimativas apontam que, em 2024, o mercado da cannabis vai atingir R$ 1 bilhão no país, com mais de 10% sendo movimentado no SUS (Sistema Único de Saúde). Para se ter uma comparação do crescimento, em 2018 esse mercado era de apenas 3,7 milhões.

Segundo a Kaya, se houvesse uma regulamentação que incluísse o uso medicinal, industrial (para fabricação de roupas, fibras e alimentos) e adulto ou recreativo da planta, em quatro anos, o setor geraria R$ 26,1 bilhões à economia brasileira.