TRF-1 veda manipulação de fórmulas com derivado à base de cannabis
Medida seria necessária para evitar o desvio ou o uso inadequado da planta da qual provém a maconha
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Três marcas da Hypera Pharma, uma das maiores empresas farmacêuticas do país, estão entre as mais lembradas do Brasil em suas categorias segundo o Prêmio Top of Mind. Zero-Cal, marca líder no mercado de adoçantes, conquistou o primeiro lugar pela vigésima vez consecutiva, empatando com Adocyl do mesmo segmento. A premiação reconheceu ainda Neo Química como mais lembrada em medicamentos genéricos, posição a que também havia chegado em 2021.
Aquele momento de exercitar a resiliência é agora. O setor de saúde passa mal e, mesmo “medicado”, provoca desconfianças. Pelo menos foi isso que ficou claro no evento “Saúde não tem preço. Mas tem custo”, realizado pelo Brazil Journal e que contou com a participação da equipe do Inter.
Conforme os analistas, as principais mensagens foram que o setor de saúde passa por um momento de desconfiança generalizada; o modelo de remuneração da saúde precisa mudar; a saúde privada tem a aprender com o SUS; o Brasil está envelhecendo rápido e as pessoas não estão preparadas para isso.
E em se falando de saúde privada, a maior do ramo no Brasil, a Hypera (HYPE3), que está a um índice da B3 para ser uma Best in Class, ilustra bem esse momento. Depois de um 2022 se mantendo como top pick, a empresa reportou resultados fracos para o 3T23.
A expectativa é que, a partir de agora, aconteça “um ajuste fino” nos patamares de estoques. O diretor financeiro, Luiz Novais, destacou ainda a incorporação de novos centros de distribuição, provenientes da Extrafarma, que contribuíram para normalizar o nível de estoques em toda a rede.
Cerca de 430 mil brasileiros realizam tratamentos com medicamentos à base de cannabismedicinal e esse mercado deve movimentar R$ 699 milhões neste ano no país, segundo o mapeamento divulgado nesta terça (7/11) pela Kaya Mind, startup brasileira especializada em dados e inteligência de mercado no segmento da cannabis, do cânhamo e de seus periféricos.
Considerando informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o II Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil da Kaya aponta que 219 mil pacientes importam medicamentos de cannabis no Brasil, 97 mil têm acesso aos medicamentos à base de cannabis nas farmácias e por volta de 114 mil pacientes fazem o tratamento via associações.
As estimativas apontam que, em 2024, o mercado da cannabis vai atingir R$ 1 bilhão no país, com mais de 10% sendo movimentado no SUS (Sistema Único de Saúde). Para se ter uma comparação do crescimento, em 2018 esse mercado era de apenas 3,7 milhões.
Segundo a Kaya, se houvesse uma regulamentação que incluísse o uso medicinal, industrial (para fabricação de roupas, fibras e alimentos) e adulto ou recreativo da planta, em quatro anos, o setor geraria R$ 26,1 bilhões à economia brasileira.
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