Eli Lilly chases $100bn weight loss drug market with $5.3bn US investment

Eli Lilly is investing a further $5.3bn in a new Indiana manufacturing site, one of the biggest investments of its kind, to boost production of its hugely popular diabetes and weight loss drugs, the company said on Friday.

The announcement brings the US drugmaker’s total investment in the site, which is under construction near its Indianapolis headquarters, to $9bn as it races to increase production of the active pharmaceutical ingredients (APIs) behind Mounjaro and Zepbound. The company’s diabetes and weight loss injector pens are currently facing shortages due to soaring demand.

Western companies drive Chinese biotech licensing deal blitz

Western pharmaceutical companies and investors are driving a record number of licensing deals with Chinese drugmakers that have insufficient capital to fund late-stage drug development and global expansion.

Merck, GSK and AstraZeneca have all signed licensing deals in a wave of biotech investment that hit a record $44.1bn last year, according to UBS research. The momentum has been sustained in 2024, with $9.8bn worth of biotech licensing deals signed in the first quarter.

Western pharma companies are seeking to expand their product pipelines as they confront patent expiries of lucrative drugs in the coming years, while Chinese drugmakers are struggling to raise funds domestically for drug development and clinical trials during a stock market slump. A Hong Kong-listed index of 50 “innovative” biotech stocks has fallen 57 per cent over the past three years.

“Over a decade ago, China started pouring investment into biotech. Now the results of that investment are coming out just as the Chinese companies face funding constraints,” said Helen Chen, head of LEK Consulting’s healthcare practice in Shanghai.

Reinventar o foco das operações é saída para conseguir sobreviver

O Grupo Votorantim, com receita consolidada de mais de R$ 48 bilhões no ano passado, está em constante reinvenção. Iniciou as atividades em 1918, com uma fábrica de tecidos em Sorocaba, interior de São Paulo. Entre a fundação e a década de 1950, passou a atuar na indústria química, de cimento, de aços longos e de alumínio. Nas quatro décadas seguintes, a Votorantim entrou nos setores de energia, zinco, papel e celulose, suco de laranja e financeiro. A partir dos anos 2000, partiu para a internacionalização, com a aquisições na América do Norte e Europa.

O período de 2015 a 2022 foi marcado pela evolução da governança e do posicionamento do grupo. “Tivemos novos movimentos, como a abertura de capital da Nexa [mineração e metalurgia], da CBA [alumínio] e da Auren [energia], bem como importantes parcerias com o CPP Investiments, em energia renovável, e a CDPQ, em cimentos, na América do Norte”, lembra João Schmidt, diretor-presidente do Votorantim.

Schmidt conta que a diversificação não parou por aí. Entre 2021 e 2022, houve a entrada em novas áreas, com a Altre (mercado imobiliário), CCR (infraestrutura), 23S Capital (private equity, em parceria com o Temasek), Hypera (farmacêutica) e Reservas Votorantim (gestão ambiental).

Países não chegam a acordo sobre tratado global das pandemias e negociações devem ser prorrogadas

As conversas para se chegar a um acordo global de ação unificada em casos de crises sanitárias como foi a da covid-19 começaram oficialmente em dezembro de 2021, em meio à pandemia do coronavírus. Porém, ele já era pensado e defendido por chefes de Estados desde o ano anterior.

A ideia era traçar diretrizes para garantir uma resposta rápida, eficaz e igualitária entre os países em futuras pandemias. Porém, com o fim da crise da covid-19, as conversas arrefeceram.

Ranking revela produtos que mais crescem nas farmácias

Os não medicamentos ganham cada vez mais relevância entre os produtos que mais crescem nas farmácias. Segundo estudo da IQVIA, dos 30 itens cujo faturamento registrou o maior avanço nos 12 meses até março, 15 pertencem a essa categoria. O ranking revela ainda uma surpresa na liderança.
Apesar de o Ozempic, medicamento à base de semaglutida da Novo Nordisk, ter sido o campeão de faturamento em 2023, ele não lidera a relação quando o assunto é crescimento.

O remédio ocupa apenas a terceira colocação, com avanço de R$ 272 milhões no período. À sua frente estão o Forxiga, comprimido da AstraZeneca contra o diabetes; e o Carmed, hidratante labial da Cimed.

EMS é patrocinadora da Orquestra Sinfônica Municipal de Paraty

A EMS mantém um histórico consolidado de investimentos em projetos culturais diversos, relacionados, entre outros campos, a teatro, literatura, música, museus, fotografias, exposições temáticas e concertos nacionais e internacionais. Além de ser mantenedora, há 12 anos, do Mozarteum Brasileiro, evento que propicia grandiosas exibições de música erudita na Sala São Paulo, segue apoiando em 2024 a série de concertos musicais “Encontros Históricos na Sala São Paulo”. Em 2017 e 2016, a empresa patrocinou exibições do concerto “Villa Lobos em Movimento”, uma viagem musical pela obra de Heitor Villa-Lobos, um dos maiores compositores brasileiros. Em 2011, o laboratório realizou a série “Clássicos EMS”, com apresentações de orquestras sinfônicas em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife. Também já apoiou a OSB – Orquestra Sinfônica Brasileira do Rio de Janeiro, a Osesp – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, e a OSMC – Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas; e percorreu três capitais brasileiras com a série “Encontros Musicais e Sorrisos”, na qual se apresentaram grandes cantores do país a milhares de convidados, em 2007.

De gravadora a companhia aérea: conheça Richard Branson, o bilionário que inspira os donos da Cimed

A grande inspiração de João Adibe para se tornar um CEO que personifica a Cimed nos mais diversos canais é o bilionário Richard Branson, do Grupo Virgin. Com postura de rockstar, Branson construiu um império global do zero, com mais de 40 empresas em 35 países. De gravadora de música a companhia aérea, passando por turismo espacial e banco digital. Aos 73 anos, sua fortuna é avaliada em US$ 2,6 bilhões de dólares, cerca de R$ 10 bilhões.
Branson e futuramente João Adibe têm um desafio comum: a sucessão. “Se a marca foi construída toda na imagem do CEO, qual é a capacidade do próximo em fazer parte dessa história?”, questiona Erica Bamberg, professora de marketing da Fundação Dom Cabral. “Quem vai suceder a atual liderança deve ser incluído na comunicação com o público.”

No Grupo Virgin e na Cimed, a próxima geração já está dentro da operação. Dois dos três filhos de Branson trabalham na companhia. No caso da Cimed, os filhos de João Adibe e Karla atuam em diversos setores da companhia. Adibe Marques é diretor comercial e Juliana Felmanas é diretora de inovação e novos negócios. Repetir o sucesso dos pais em negócios cada vez mais diversos será um desafio e tanto.