IPCA-15 de julho acima do esperado reforça as projeções de Selic maior
Para os economistas do Itaú Unibanco, nas condições atuais a Selic deveria estar em 11% para levar a inflação à meta
Para os economistas do Itaú Unibanco, nas condições atuais a Selic deveria estar em 11% para levar a inflação à meta
Mercado de trabalho aquecido, a inflação de serviços ainda alta e as dúvidas sobre a política fiscal são fatores que exigem cautela adicional do Banco Central
A Organização dos Estados Americanos (OEA) também havia anunciado que não reconhece o resultado da eleição no país vizinho ao Brasil
A indústria da saúde manifestou sua preocupação com a sustentabilidade do trabalho da Anvisa. Entidades do setor assinaram uma carta pedindo a recomposição, com urgência, da força de trabalho da agência.
No texto, Abifina, Abimed, Abimo, Abiquifi, Alanac, Alfob, Anbiotec, Grupo FarmaBrasil, Interfarma, Pró-Genéricos e Sindusfarma saem em defesa da autarquia. Segundo as associações, “mesmo com programas como a Nova Indústria Brasil e o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, sem uma Anvisa saudável, inovações não serão possíveis”.
A publicação também destaca que a defasagem de pessoal pode se tornar ainda mais grave em breve. Isso porque há um número elevado de servidores que estão próximos de se aposentar. “Em um país cuja política industrial tem a saúde como um de seus principais pilares, não é condizente que seja dado tratamento indistinto à gritante necessidade de recomposição da força de trabalho de sua agência reguladora setorial”, diz o comunicado.
A indústria da saúde manifestou sua preocupação com a sustentabilidade do trabalho da Anvisa. Entidades do setor assinaram uma carta pedindo a recomposição, com urgência, da força de trabalho da agência.
No texto, Abifina, Abimed, Abimo, Abiquifi, Alanac, Alfob, Anbiotec, Grupo FarmaBrasil, Interfarma, Pró-Genéricos e Sindusfarma saem em defesa da autarquia. Segundo as associações, “mesmo com programas como a Nova Indústria Brasil e o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, sem uma Anvisa saudável, inovações não serão possíveis”.
A publicação também destaca que a defasagem de pessoal pode se tornar ainda mais grave em breve. Isso porque há um número elevado de servidores que estão próximos de se aposentar. “Em um país cuja política industrial tem a saúde como um de seus principais pilares, não é condizente que seja dado tratamento indistinto à gritante necessidade de recomposição da força de trabalho de sua agência reguladora setorial”, diz o comunicado.
Uma pesquisa realizada por professores de universidades paulistanas apontou indícios de litigância predatória contra a indústria farmacêutica na justiça gaúcha. As informações são do portal Jota.
Ao comparar as decisões do Tribunal Regional do Trabalho da 4° Região (TRT4), sediado em Porto Alegre (RS), os professores Luciano Timm (FGV/SP), Thomas Conti e Luciana Yeung (Insper) notaram uma disparidade no valor médio das causas e na porcentagem dos casos analisados pela corte.
No documento “Análise Econômica do Direito do Trabalho: um estudo de caso sobre a litigância predatória do setor farmacêutico no RS”, o grupo revelou que o valor médio das causas no estado é de R$ 293 mil, montante quase duas vezes maior que a média do TRT2 (SP), e 38% superior ao TRT1 (RJ).
Nos números de casos a disparidade também é evidente: os dez advogados que mais trabalharam em processos contra empresas farmacêuticas no TRT4 acumularam 2.373 ações, o equivalente a 57,9% do total. Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro esse montante não superou 15,5% e 24,9%, respectivamente.
Abraçada pela gen Z e elevada a trend no TikTok, a marca de protetores labiais Carmed registrou um crescimento de 585% em vendas nos 12 meses até junho e de 315% no acumulado de 2024.
Em sua fase mais recente, a marca tem apostado na colaboração com empresas e forte divulgação com artistas e influenciadores. Em junho, por exemplo, a companhia anunciou uma coleção em parceria com a cantora Ana Castela, com foco em seu público da geração Z (de 14 a 27 anos) e alfa (de até 13 anos).
Laboratório suíço vai acirrar disputa com Eli Lilly e Novo Nordisk
Outro aspecto que afeta os números são os lançamentos da indústria, e neste ano, já há expectativa que os furtos e roubos nas drogarias cresça versus o ano anterior, por conta da venda do Ozempic, para tratar diabetes. O medicamento, vendido a R$ 1,1 mil a caixa, virou uma febre entre os que querem emagrecer rápido. Neste caso, o produto tem sido mais alvo de roubo, do que furtos de funcionários, pelo aparatos de segurança em torno da Ozempic.
Especialistas defendem abordagem multidimensional no combate à fome e à pobreza