Empresas ampliam investimentos em bem-estar

As empresas brasileiras estão reforçando aportes em iniciativas de saúde, qualidade de vida e bem-estar dos empregados. O valor, por funcionário, para bancar ações do gênero, passou de R$ 330,44 em 2021, para R$ 367,73, em 2023, em média, um salto de 11,2%. Além disso, quase metade ou 49% dos empregadores pretendem aumentar os orçamentos no setor, nos próximos 12 meses.

É o que indica pesquisa da consultoria de saúde Mercer Marsh Benefícios, realizada durante o primeiro semestre. O estudo, obtido com exclusividade pelo Valor, ouviu 850 grandes e médias companhias no país, que empregam juntas quatro milhões de profissionais. Do total, a maioria (60%) tem faturamento acima de R$ 100 milhões.

P&G quer fortalecer atuação no mercado de saúde

Após a aquisição do braço de saúde Merck, em 2018, a P&G Health aposta no portfólio de suplementos e multivitamínicos – um negócio que movimentava em torno de US$ 1 bilhão em vendas – para fortalecer sua atuação no mercado de saúde. Segundo reportagem do portal Exame, são dois setores que permitem que os produtos entrem no mercado com mais rapidez.

A marca Vick é o carro-chefe do setor e responde por 50% do faturamento. À frente do negócio, Padilla tem como objetivo diversificar cada vez e ampliar essa receita. Já medicamentos como o anti-inflamatório Alginac e a vitamina B12 Citoneurin, desenvolvidos para o tratamento de inflamações e que chegaram com a aquisição da Merck , atualmente, crescem a um ritmo de 30% ao ano.

Pelos poucos números que abre, tem conseguido. A unidade tem crescido emtorno de 30% ano a ano, resultado que deve permitir que a meta de fazer o primeiro bilhão seja cumprida antes do tempo. Uma parte importante da estratégia para a P&G é a ampliação dos públicos para os medicamentos.