Governo foi surpreendido com proposta de autonomia financeira do BC, diz ministra da Gestão
Pela proposta, o Banco Central passaria a funcionar, do ponto de vista fiscal, de forma similar a uma empresa pública
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Com transição para economia de baixo carbono, há dúvidas sobre quanta produção o mundo necessita
Presidente da Câmara reforçou, na volta dos trabalhos do Legislativo, que reforma administrativa só irá adiante se houver um consenso mínimo entre os líderes da Casa
Lucro do banco no quarto trimestre do ano passado foi de R$ 9,401 bilhões, crescimento de 22,6% em um ano
Preço em queda das commodities afetou a rentabilidade dos produtores e travou os negócios com terras; valor médio de um hectare para agricultura subiu 3,2% em 2023, depois da alta de quase 60% nos últimos três anos
Com vistas a aumentar a venda de produtos para uso em hospitais e clínicas, a Hypera Pharma aumentou o investimento em pesquisa e desenvolvimento no terceiro trimestre de 2023 para 153 milhões de reais, 16% a mais que no mesmo intervalo do ano anterior. Agora, lança seu primeiro produto exclusivo para hospitais, o anestésico intravenoso de curta duração Hyfol, que tem como princípio ativo a molécula propofol.
De julho a setembro do ano passado, o mercado institucional gerou 119,3 milhões de reais em receita líquida para a farmacêutica, 18,3% mais que no segundo trimestre de 2022.
“Esse lançamento (do Hyfol) aumenta nossa oferta para hospitais e clínicas, ampliando nossa relevância como fornecedores para esse canal, que responde por cerca de 40% do mercado farmacêutico total”, afirma Tobias Henzel, diretor executivo de mercado institucional na Hypera.
O professor da USP (Universidade de São Paulo) e farmacêutico que criou o remédio para enjoos Vonau, Humberto Ferraz, disse em entrevista ao Poder360 que o faturamento da instituição com o medicamento desde 2005, quando foi colocado no mercado, foi de R$ 30 milhões.
Nos últimos 5 anos, o total de royalties para a USP foi de R$ 17,3 milhões com o remédio. “O recurso ajuda muito a manter as atividades de pesquisa”, disse o profissional.
O Vonau teve faturamento de mais de R$ 4 milhões tanto em 2019 quanto em 2022 em royalties para a USP. Em 2020, ano da pandemia, esse valor caiu para R$ 2 milhões.
O medicamento foi criado pela USP em parceria com a farmacêutica Biolab. A empresa e a universidade são as titulares da patente. Foram 13 anos e meio para que a patente fosse concedida pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) à Biolab e à USP, afirma Ferraz.
A Genial Investimentos espera um resultado com leve pressão de margem bruta a/a, mas o balanço deve reverter o prejuízo sequencial.
“Apesar de sermos construtivos com a tese secular do envelhecimento da população e oportunidades de longo prazo no setor, mantemos nosso viés NEUTRO para o segmento de varejo farmacêutico em 2024”, afirmam os analistas Iago Souza, Nina Mirazon e Vinicius Esteves.
Os principais motivos, segundo a casa, são a desaceleração de crescimento do top line (dado o menor reajuste CMED 2023 5,6% vs. 10,9% em 2022), além das medidas tributárias nos temas de ICMS e subvenção para investimentos (MP 1.185).
Apesar de acreditar que 2024 pode ser o começo da virada de chave para a companhia, os analistas preferem manter uma postura cautelosa.
Levantamento do portal Fierce Pharma relacionou os dez novos medicamentos com maior potencial de sucesso em 2024. O ranking foi elaborado pela empresa de análise de dados Evaluate Vantage.
O lançamento mais esperado vem de uma empresa de biotecnologia até pouco tempo desconhecida, a Karuna Therapeutics, adquirida no fim do ano passado pela Bristol Myers Squibb.
A indústria farmacêutica investiu US$ 14 bilhões na Biotech de olho na terapia KarXT, um novo tipo de remédio para tratar a esquizofrenia. As vendas estimadas para essa nova terapia, até 2028, giram em torno de US$ 2,8 bilhões.
A indústria farmacêutica Sanofi, por meio de sua unidade de consumo, levou a equipe interna para uma imersão no varejo farmacêutico. A ação Onda Max, atrelada ao medicamento Dorflex Max, tem como objetivo mostrar as “dores” das farmácias para aqueles acostumados com o dia a dia dos escritórios do laboratório.
O objetivo da visita foi o de estreitar os laços com o varejo farmacêutico e também proporcionar aos colaboradores um dia diferente, onde os desafios não são aqueles do cotidiano.
“A Onda Max proporciona que os funcionários saiam da rotina e conheçam outros aspectos do negócio, além de aprofundarem seu conhecimento sobre os desafios do PDV”, explica Eduardo Magalhães, head de marketing para a divisão de dor na unidade de consumo da Sanofi.
Em 2023, a multinacional já havia encabeçado uma iniciativa do gênero, mas com o foco no probiótico Enterogermina.