Prednisona: o que é, para que serve e quais as contraindicações desse remédio
Esse corticoide pode ser indicado para tratar diversas condições de saúde; há, contudo, várias ressalvas para o uso seguro do medicamento
Esse corticoide pode ser indicado para tratar diversas condições de saúde; há, contudo, várias ressalvas para o uso seguro do medicamento
Medicamentos comuns, como relaxantes musculares e antialérgicos, podem impactar nos desempenhos cognitivo e motor; para Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, é preciso conhecer os riscos e fazer um uso consciente
Quando a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou a Covid-19 uma pandemia global em março de 2020, quase tudo sobre o novo coronavírus era uma questão em aberto: Como estava se espalhando tão rapidamente? Quão doentes as pessoas ficariam? Uma única infecção garantiria proteção contra casos futuros?
Nos quatro anos desde então, os cientistas desvendaram alguns dos maiores mistérios sobre a Covid. Agora sabemos muito mais sobre como ela se espalha (não, ficar a 2 metros de distância não é proteção infalível), por que não parece deixar as crianças tão doentes quanto os adultos e o que está por trás dos sintomas estranhos que pode causar, desde confusão mental até “dedo da Covid”.
A pesquisa para o desenvolvimento de medicamentos antivirais ganhou um novo fôlego com a pandemia da Covid. No entanto, o arrefecimento da urgência acompanhou a redução dos investimentos. Agora, a aposta dos pesquisadores é em medicamentos que possam tratar mais de um vírus ao mesmo tempo.
Quem diz isso é o cientista americano Jeffrey Glenn, professor de imunologia e microbiologia na Universidade de Stanford que lidera pesquisas de desenvolvimento de antivirais para arboviroses, que incluem dengue e chikungunya.
No Brasil nesta quarta-feira (13) para uma visita ao projeto Ciência Pioneira, iniciativa de apoio à ciência do Idor (Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino), ligado à Rede D’Or, o virologista molecular já tem um passado de participação em estudos com brasileiros — fez parte do grupo que observou um medicamento que teve sucesso em reduzir os riscos de hospitalização em casos de Covid-19.
A edição 2024 do Conexão Farma simboliza mais um atestado da capilaridade das distribuidoras regionais. De acordo com dados da IQVIA, as 157 empresas que integram a Abradilan movimentaram 1,2 bilhão de unidades no ano passado, com 50 mil entregas diárias para 90% das farmácias em todo o território nacional – o equivalente a pouco mais de 80 mil PDVs.
Cerca de 42% do market share de genéricos e similares provém desse grupo. A representatividade cresce na mesma proporção do que os desafios impostos pelo mercado farmacêutico e pelo contexto macroeconômico nacional. Como resultado, o setor convive com um nível de transformação e amadurecimento sem precedentes no modelo de negócio.
A Anvisa colhe, por meio de consulta pública, opiniões sobre a implementação de bula de medicamentos no formato digital. E o CRF-SP optou por também dar sua opinião sobre o tema. As informações são do Comando Notícia.
Para o conselho regional, a bula digital deve sim ser implementada, mas a versão impressa não deve ser descontinuada. A Lei 14.338/2022 não prevê a dispensa da versão em papel, mas é vista como um primeiro passo nesse sentido.
A explicação para tal posicionamento é o elevado número de brasileiros que ainda não tem acesso à internet, o que impediria a leitura do QR Code com as informações do fármaco.
“Entendemos que seria um risco enorme para essa parcela da população não ter onde consultar as informações sobre o medicamento”, comenta o presidente, Marcelo Polacow.
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