Galípolo continua contribuindo para trabalho do governo, diz Haddad
Atual diretor do BC, que foi secretário-executivo do Ministério, “não deixou de acompanhar os trabalhos da Fazenda”
Atual diretor do BC, que foi secretário-executivo do Ministério, “não deixou de acompanhar os trabalhos da Fazenda”
“Nossa carga tributária é bastante alta comparada ao mundo emergente e a nossa dívida relação PIB também”
“O problema é que os resgates todos são feitos com dívida e estamos com menos espaço para isso”
O banco, agora, espera que a autoridade monetária efetue mais três reduções de 0,25 ponto percentual
Anúncio é iniciativa mais recentes de Biden focadas em atrair jovens eleitores
“Não há nada de errado em tentar influenciar uma eleição — isso se chama democracia”
“Biden foi muito claro sobre isso: não podemos apoiar uma operação militar importante em Rafah”
“os chineses compreenderam que as relações EUA-China não seriam perfeitas, mas houve uma melhora”
Quando a lei for aprovada, vamos remover [os requisitantes de refúgio] identificados para o primeiro voo
Dentro de sua estratégia de focar em medicamentos de alto custo, a farmacêutica alemã Bayer está repassando a gestão e comercialização do seu contraceptivo Qlaira, líder desse segmento com 10% de participação de mercado, à brasileira Biolab. Essa é a primeira parceria da Bayer e já há negociações em andamento com a própria Biolab e outras farmacêuticas para os demais medicamentos da casa que deixaram de ser prioritários.
A Bayer tem forte tradição no mercado de contraceptivos. A farmacêutica alemã foi a primeira a produzir pílulas anticoncepcionais, em grande escala, no mundo nos anos 1960, desembarcando no Brasil dois anos depois. Na área de saúde feminina, o foco da companhia passa a ser apenas o dispositivo intrauterino (DIU) hormonal.
Atualmente, cerca de 70% do faturamento da Bayer vem dos medicamentos de alto custo. A meta é que em cinco anos esse percentual aumente para 80%.
As duas farmacêuticas fizeram um acordo em que o Qlaira continua sendo fabricado na Alemanhã pela Bayer e a brasileira será remunerada sobre as vendas adicionais do anticoncepcional, cujo faturamento foi de R$ 170 milhões, no ano passado. “A Biolab tem uma grande estrutura comercial e ainda há espaço para o Qlaira crescer”, disse Adib Jacob, presidente da Bayer Brasil.
O segmento nacional de contraceptivos movimenta R$ 2,7 bilhões, ano. Segundo Jacob, o Brasil é o maior mercado desse medicamento no mundo. Com o acordo, a Biolab passa a administrar uma fatia de 15% desse negócio de anticoncepcionais, o equivalente a R$ 270 milhões. “Acredito que é o primeiro acordo entre vários outros outras que podem surgir com a Bayer tendo em vista que ela está focando em outros mercados. Temos experiência em trabalhar em parceria, já fizemos cerca de 50 acordos dos mais variados tipos e com diferentes empresas”, disse Cleiton Castro Marques, CEO da Biolab. Essas parcerias representam 25% da sua receita.
Com a chegada do Qlaira ao seu portfólio, a farmacêutica brasileira estima um incremento de R$ 200 milhões no faturamento que deve atingir R$ 3 bilhões, neste ano. “Estamos antecipando essa meta que era prevista para 2025”, contou Marques.