New medical technologies are here. But when will they reach your GP?

A synthesis of biology, data science and sociology — aided by artificial intelligence — is creating a pipeline of innovative treatments

For Andrew Morris, being appointed president of the UK Academy of Medical Sciences this spring came “at a particularly exciting time for medical research”. In his view, “the breadth of new technologies emerging is just remarkable.”

From genomics to gene editing, stem cells to virology, immunology to neurotechnology, scientific papers are pouring out of the world’s biomedical labs more rapidly than ever. At the same time, insights are emerging from the analysis of multiple sources of health data, from clinical trials to patient records and social and environmental statistics — enhanced with the addition of artificial intelligence.

“The fusion of biology with computational science, social science and medical science means that we have a whole generation of new tools coming down the track,” says Morris, who is professor of medicine at Edinburgh university and director of Health Data Research UK. “If we get this right, it could be one of those inflection points in medicine as important as the discovery of antibiotics.”

Usuários de Wegovy conseguem manter a perda de peso por quatro anos, mostra estudo

Pacientes que utilizam o tratamento para obesidade Wegovy, da Novo Nordisk, mantiveram uma média de perda de peso de 10% após quatro anos, reforçando achados anteriores do fabricante para que seguradoras e governos cubram o custo do medicamento para a população.

A fabricante dinamarquesa apresentou os novos dados de longo prazo nesta terça-feira (14) no Congresso Europeu sobre Obesidade, em Veneza, Itália, em uma nova análise de um grande estudo cujos resultados substanciais foram publicados no ano passado.

Bastidores da Natulab: a fraude, os italianos e um cheque de mil reais

A venda da farmacêutica Natulab foi concluída ontem, com o controle, antes detido por fundos do Pátria, passado ao fundo Pettra, dos donos da fabricante de resinas Polirex. A companhia tinha ainda um grupo de investidores italianos como acionistas minoritários que, dada a cláusula de drag along, também venderam sua fatia no negócio. Mas os italianos saíram chiando: à véspera da assinatura do contrato, entraram com um pedido de liminar no TJ-SP para impedir a transação.

O juiz negou, a transação seguiu, mas os italianos avaliam ainda uma potencial arbitragem, afirma Tiago Cisneiros, do escritório do Serur Advogados, que representa o grupo de investidores pessoa física.

O negócio, como antecipado pelo Pipeline, não recupera o montante investido pelo Pátria, mas nem todas as cifras eram conhecidas até agora. A aquisição foi concretizada com um pagamento à vista de R$ 1 mil, distribuídos entre todos os acionistas proporcionalmente. Há possível complementariedade de R$ 42 milhões daqui a cinco anos, se cumpridas certas condições, como desempenho da farmacêutica e contingências, detalha a petição do Serur Advogados.

Os (antigos) minoritários se manifestaram como favoráveis a uma venda da companhia, mas contestaram na petição o formato, destacando que, apesar de a empresa ter capital social de R$ 288 milhões e faturamento anual na casa de R$ 500 milhões, a transação teve valor simbólico.

Acontece que, além de estar com operação deficitária, queimando caixa, os próprios contestantes ressaltam outro aspecto que teria espantado parte dos interessados. Em 2020, o conselho foi alertado sobre potencial fraude de funcionários e executivos da Natulab, o que ensejou a contratação de uma investigação independente. Pinheiro Neto, Alvarez e Marsal e Pwc foram contratados e comprovaram irregularidades em compensações tributárias, dações, emissão de duplicatas e fraudes contábeis, detalha o documento – o que resultou na demissão de executivos e funcionários por envolvimento direto ou negligência, com contratação de novo comando administrativo.