Aché promove gerente

Erick Machado é o novo diretor executivo dos laboratórios farmacêuticos Aché. O executivo assume o cargo após mais de sete anos na empresa, onde atuava anteriormente como gerente de marketing.

Machado, com 22 anos de experiência no setor farmacêutico, formou-se em publicidade e propaganda pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e cursou pós-graduações em gerência e gestão de marketing, além de um MBA em gestão estratégica de pessoas.

Pode haver paz entre o sono e a alta performance?

Segundo a Anvisa, o aumento das vendas de remédios como o Zolpidem entre 2018 e 2022 foi de 66%. Não à toa, a agência aprovou recentemente uma resolução que torna mais rígida a prescrição de todos os medicamentos à base de Zolpidem, independentemente da concentração da substância. Isso passa a valer a partir do dia 1º de agosto deste ano.

Sindicato ameaça realizar greve na Anvisa

Uma ameaça de greve na Anvisa despertou sinais de alerta entre representantes da indústria farmacêutica. Na última terça-feira, dia 11, o presidente do Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências), Fabio Rosa, sinalizou que pode paralisar as operações “no âmbito de toda regulação federal”, caso o governo não atenda às demandas da categoria. As informações são da Veja.

Há pouco mais de um mês, o dirigente vem encabeçando reivindicações em favor da valorização e reestruturação das carreiras dos servidores. Em assembleia realizada no fim de maio, os colaboradores recusaram a proposta de reajuste de 9% em 2025 e de 3,5% em 2026. O Sinagências representa profissionais de 11 agências nacionais, entre as quais a Anvisa e a ANS.

A indústria farmacêutica iniciou uma reação diante da ameaça real de greve na Anvisa. Em entrevista à Veja, o presidente do Grupo FarmaBrasil, Reginaldo Arcuri, expressou as preocupações do setor, apesar de concordar com as reivindicações da categoria.

Um dado emblemático reforça o quadro crítico da agência. De acordo com a FarmaBrasil, cerca de R$ 17,7 bilhões em novos medicamentos estão travados na Anvisa. O levantamento tem como base as solicitações de aprovação de remédios em análise ou paralisadas e ainda o valor médio de mercado para cada área terapêutica a qual pertence o fármaco.

A razão do problema está na falta de pessoal na agência, cujo número de servidores despencou 37% em 15 anos. O quadro atual reúne 1.491 profissionais, contingente inferior somente ao de 1999, ano de sua fundação. Deste total, somente 187 atuam com foco na análise de novos medicamentos. Na norte-americana Food and Drug Administration (FDA), essa tarefa conta com a dedicação exclusiva de 6.815 pessoas.

A equipe enxuta faz com que o país acumule um dos maiores tempos médios do mundo para a aprovação de um medicamento. O período entre a requisição da indústria e o aval da agência gira em torno de 776 dias, contra 245 dias nos Estados Unidos, 301 no Japão e 350 na Austrália.

Expansão da Cristália chega aos anticoncepcionais

De acordo com apurações da coluna Capital, de O Globo, a expansão da Cristália levará o laboratório a estrear no mercado de anticoncepcionais. Com forte atuação na fabricação de anestésicos, a farmacêutica está fechando a aquisição dos contraceptivos à base de drospirenona e etinilestradiol Diva e Diva 20, da Exeltis.

Atualmente, as marcas pertencem ao braço do Insud, grupo espanhol, no país.O faturamento estimado da Exeltis no Brasil gira em torno dos R$ 200 milhões. A companhia abre mão do Diva pois, desde 2021, já trabalha com uma alternativa mais moderna, o Slinda (drospirenona), que não conta com estrogênio em sua formulação.

Novo CD da Sanofi inicia operações em Minas Gerais

O novo CD da Sanofi no Brasil, em parceria com a empresa alemã de logística DHL Supply Chain, abriu as portas oficialmente nesta sexta-feira, dia 14 de junho. O complexo está situado em Extrema, no sul de Minas Gerais, e integra um plano de investimentos de R$ 333 milhões da indústria farmacêutica francesa no Brasil, com aportes até 2032.

Ministério pressiona empresas por logística reversa

Na prática, a logística reversa abrange um conjunto de medidas como a instalação de pontos de entrega voluntária (PEVs), a estruturação de cooperativas com centrais de triagem mecanizadas ou manuais, e outras iniciativas que incentivem o retorno do produto após o uso para as fábricas ou seu encaminhamento para a reciclagem.

Para funcionar, o processo exige o encadeamento das atribuições de diversos agentes, ou seja, o consumidor devolve uma embalagem de medicamento ao comerciante, e o distribuidor vai enviar ao fabricante ou importador, que dará a destinação adequada ao resíduo.