Alívio na inflação de serviços ruma para o fim e preocupa
Economistas veem alta de preços do setor se estabilizando longe da meta geral de 3% do Banco Central
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Com plataforma que fornece suporte ao atendimento a clientes com grandes fortunas, multifamily office expande captação de consultores
Estudo mostra que endinheirados também estão gastando mais com recreação
Para Poppe, da ARX, mercado não deve mais ver saída expressiva de estrangeiros
Discurso de Li Qiang no Fórum de Dalian ocorre em meio a anúncios de sobretaxas a bens chineses pela Europa e Canadá
EUA estão certos em apoiar as Filipinas na luta conta a intrusão chinesa
A expectativa é de que a lei de bases seja aprovada até a próxima semana e que os investidores se sintam mais encorajados a investir no país
Hoje, praticamente um terço dos produtos desenvolvidos pela Eurofarma, que teve uma receita líquida consolidada de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2023, vêm da inovação aberta. Do CVC da companhia, saíram iniciativas como a criação de um aplicativo para ajudar pacientes com Parkinson e um banco de dados com informações de fenótipos da população brasileira. O primeiro fundo, de R$ 45 milhões, lançado em 2019, investiu em dez companhias. Criado no ano passado, o segundo fundo, Eurofarma Ventures, dispunha de R$ 500 milhões para investir em biotechs. Para o próximo ano, preparam um terceiro fundo, que terá como foco empresas disruptivas do setor.
Com R$ 1 bilhão de ativos sob gestão, a pioneira Astella, fundada em 2008, foca em investimentos em estágios iniciais, liderando rodadas de pré-seed, seed e Série A. Seu portfólio é composto principalmente de startups de SaaS, mas também há espaço para e-commerce, marketplaces, empresas impulsionadas por IA e análise de dados. Um de seus investimentos mais recentes foi na Gabriel, startup com proposta inovadora para melhorar a segurança pública, operando um parque privado de câmeras voltadas para a rua – seu sistema já opera em bairros do Rio de Janeiro e de São Paulo. Confira a seguir os principais trechos da conversa entre Erica Menezes e Daniel Chalfon.
Uma reunião da diretoria da Anvisa, marcada para esta quarta-feira, 26/06, discutirá o fim das bulas impressas em algumas categorias de medicamentos. Os diretores da agência abordarão a substituição do modelo atual pelas bulas digitais em amostras grátis e fármacos distribuídos para hospitais, clínicas, ambulatórios e serviços domiciliares de saúde. As informações são do O Globo.
O crescente número de fármacos classificados como MIPs está associado a alterações dos critérios estipulados pela agência reguladora. Na nova resolução, sete parâmetros serão analisados pela Anvisa para a categorização. Serão levados em conta tempo de comercialização, segurança, identificação de sintomas, duração de uso, facilidade de manuseio pelo paciente, baixo risco potencial e ausência de potencial de dependência.