Viveo une marcas e cria nova farmácia de manipulação

A nova farmácia de manipulação da Viveo, a Insuma, é fruto da união de outras oito empresas – Famap, Nutrifica, Proinfusion, Life, Hospharma, Sollus, Aporte e Seven. O grupo englobará todos os processos operacionais desde a produção até a entrega.

O catálogo da companhia conta com soluções injetáveis estéreis, personalizadas, para oncologia e terapias infrusionais, para nutrição parental e enteral, de oftalmologia e nefrologia

Medicamentos impróprios para consumo alertam MP

A Brainfarma está na mira do Ministério Público de Goiás (MPGO) por fabricação de medicamentos impróprios para consumo. Os produtos citados na proposta de ação pública chegaram às farmácias com alterações em seus gostos e cheiros.

Após a análise foi determinado que falhas na fabricação permitiram que embalagens primárias e secundárias entrassem em contato, gerando uma contaminação microbiológica do princípio ativo hidróxido de alumínio.

Essa não é a primeira vez que a Brainfarma teve problemas com a justiça, o Ministério Público afirmou que a empresa teve nove lotes do Gastrol TC suspensos em 2022. Mais recentemente, outros quatro lotes do suplemento alimentar Bacillus Claussi, produzido pela farmacêutica e comercializado pela marca Neogermina, também foram suspensos pela Anvisa.

Nova regra do CFM exige declarar vínculo com indústria

A Resolução nº 2.386/2024 busca aumentar a transparência e prevenir conflitos de interesse que possam influenciar decisões clínicas, assegurando que as práticas médicas no Brasil sejam conduzidas dentro de parâmetros éticos e legais.

As novas regras determinam que todos os médicos que possuam qualquer tipo de vínculo com setores das indústrias da área da saúde (farmácias, laboratórios e equipamentos) devem informar essa associação por meio da plataforma CRM-Virtual do Conselho Regional de Medicina (CRM) em que estão registrados.

Esses relacionamentos incluem desde contratos formais de trabalho até consultorias, participação em pesquisas e atuação como palestrantes remunerados (speakers).

Venda de medicamentos em supermercados pauta audiência pública

Uma audiência pública organizada pela Comissão de Saúde da Câmara retomou a velha e perigosa tentativa de liberação da venda de medicamentos em supermercados. A proposta abrange a inclusão de remédios que não precisam de prescrição nas gôndolas de supermercados e estabelecimentos similares, como lojas de conveniência.

O encontro reuniu representantes dos dois principais setores envolvidos, possibilitando que os mesmos expusessem seus posicionamentos em relação à proposta. Favorável a medida, o presidente da Associação Brasileira de Supermercados, João Galassi, reforçou o viés de interesse público:

“O retorno financeiro para o setor seria pouco relevante, mas representaria um ganho enorme para o consumidor”, comenta o executivo – “Isso seria um serviço adicional que, nós temos o entendimento, irá trazer um conforto maior ao consumidor, principalmente na questão do horário de compras e nas 10% das cidades brasileiras que não tem farmácias”, complementa.

O presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos, Fábio Basílio, posicionou-se contra a medida. “Ela vai gerar um grande desemprego na nossa categoria, porque supermercados e similares, como diz o projeto de lei, não terão a presença de um farmacêutico, gerando uma concorrência desleal com as farmácias e drogarias”, afirma o executivo.

Grupo da UFMG lança IA para prescrição de medicamentos

Um grupo de universidades lideradas pela UFMG desenvolveu uma nova IA para prescrição de medicamentos. A iniciativa integrada por instituições portuguesas e angolanas, além da Fundação Bill e Melinda Gates, tem como principal objetivo tornar mais acessíveis as recomendações dos profissionais de saúde.

A novidade será implementada inicialmente no Sistema Único de Saúde (SUS), mais especificamente no setor de atendimento de atenção primária do programa. O sistema utiliza de modelos de linguagem compostos por um acervo de textos e imagens validados previamente por especialistas. Foi concebido para evitar confusões causadas pela linguagem utilizada atualmente.