Lula se compromete a cobrar mais recursos para OMS e critica países ricos

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, participou da coletiva e ressaltou a importância dos repasses à OMS. “Quando falamos de rodada de investimentos, nos referimos à capacidade de dar sustentabilidade ao sistema multilateral de saúde, algo ligado a uma das prioridades do Brasil no G20 e que também está na declaração final”, disse a ministra.

Ela destacou a coalizão internacional para a produção local e regional de medicamentos e vacinas, aprovada no âmbito do G20: “Essa foi a expressão da saúde na nossa Aliança Global contra a Fome e a Pobreza”.

Bolsas da Europa sobem com expectativa por lucros da Nvidia superando tensão geopolítica

Em relação às ações, os analistas da Moody’s, Martin Kohlhase e Marina Albo, afirmam em uma nota a investidores que os papéis de defesa e farmacêuticas da Europa devem ter um desempenho forte além de 2025. Segundo os profissionais, as empresas de defesa da Europa continuam a se beneficiar de fatores estruturais de demanda que provavelmente não irão diminuir nos próximos anos.

No entanto, chamam atenção que os desafios globais na cadeia de suprimentos, que afetam as empresas de aeroespacial e defesa, representam o principal risco para a previsão de crescimento de lucros operacionais de dois dígitos para 2025.

Enquanto isso, a demanda por medicamentos para perda de peso e diabetes, assim como o forte crescimento de tratamentos oncológicos e imunológicos, deve manter as ações farmacêuticas em alta, afirmam os analistas.