Healthtech brasileira entra no radar de aceleradores europeus
Depois de trabalhar monitorando os agentes do SUS em uma cidade no interior de São Paulo, Pereira chegou a uma conclusão. “Esse profissional precisava muito mais de ajuda do que de controle”, conta o executivo.
Foi nesse nicho que o empreendedor resolveu investir, ainda em 2015. O programa atua congregando informações sobre os pacientes, acompanhando seu estado de saúde e também gerando um mapa demográfico da população.
A solução começou a chamar a atenção da indústria farmacêutica, o que motivou a separação em duas frentes diferentes.
O Instituto EpHealth, a vertente pública, conta com 45 mil profissionais cadastrados e seis milhões de pacientes, estando presente em quatro mil municípios.
Já o EpScience, braço privado, atua junto a farmacêuticas fazendo estudos por encomenda.
Com ambas as atuações, a healthtech brasileira já acumula uma receita anual de R$ 6 milhões. Valor esse que ainda não contabiliza alguns projetos em andamento. Para 2024, a expectativa é um avanço de 50%.
