Brasil deve ter 1º banco genético de cannabis, com 400 variantes
Objetivo é identificar diferentes variedades para determinar os melhores usos para cada na medicina e na indústria
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O Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, quer ampliar o número de pessoas atendidas pelo programa Genomas Raros, que faz o sequenciamento genético de doenças raras no Brasil.
Neste ano, foi cumprida a meta de sequenciar o DNA de 8.500 pessoas. Até 2026, a ideia é atender mais 20 mil.
Segundo João Bosco, médico que coordena a iniciativa, a falta de verbas públicas para ampliação do programa e a escassez de profissionais qualificados atrasam o laudo e análise dos sequenciamentos, além de criar uma lista de espera para novos pacientes.
Um investimento público de R$ 1,1 bilhão na estatal Hemobrás (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia) —dedicada à produção de hemoderivados, feitos à base do plasma e usados no tratamento de doenças como Aids e câncer—pode perder a relevância com a proposta de comercialização do plasma em trâmite no Congresso.
A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Plasma, aprovada em comissão do Senado no início do mês, altera trecho da Constituição que proíbe a venda de tecidos e substâncias humanas, permitindo que o setor privado participe da coleta e do processamento do componente sanguíneo para fabricar hemoderivados. A proposta ainda precisa ser votada pelo plenário da Câmara e do próprio Senado.
Bancos de sangue privados, por exemplo, seriam capazes de vender o excedente de plasma (não usado em transfusões) para a indústria produzir e comercializar medicamentos.
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Apesar de, em primeiro momento, a expansão da Multilab atingir os antibióticos, o foco da farmacêutica brasileira é se tornar um player cada vez mais relevante na comercialização de medicamentos isentos de prescrição (MIPs).
Atualmente, os MIPs representam 28% do portfólio do laboratório, percentual esse que deve aumentar em breve. “Este segmento deverá representar 40% do nosso porfólio”, afirma.
Comprada por um valor não divulgado em 2018 pelo Grupo NC, a farmacêutica pertencia, anteriormente, a Takeda.
Para 2023, o laboratório espera registrar um aumento de 25% em suas vendas, totalizando um montante de R$ 350 milhões. A companhia reúne 340 colaboradores em sua planta gaúcha, a única da empresa, e planeja trazer outros 50 profissionais para suas linhas em 2024.
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