BC brasileiro conseguiu ‘pouso suave’, diz Goldman Sachs
Ramos: ‘Se o BC quisesse colocar a inflação na meta neste ano na marra, teria de ter dado um arrocho de juros acima
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Commodity do aço encerrou o mês com queda acumulada de 1,4% no mercado à vista, em torno de US$ 110 a tonelada; no ano, recuo supera 6%
Sites que cobrarem os tributos de forma antecipada terão isenção do Imposto de Importação em itens de até US$ 50
Fundo projeta PIB do Brasil 2,1% maior neste ano, acima da estimativa anterior, de 1,2%
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Aposta minoritária é em 0,5 ponto; comitê inicia reunião hoje
Modelo é mais flexível do que o da Eletrobras, que pulverizou o capital; iniciativa prevê investimentos de R$ 66 bilhões até 2029
A Fitch Ratings elevou a nota de crédito em longo prazo de 19 empresas brasileiras de “BB” para “BB+”, com perspectiva estável, seguindo o aumento da nota soberana do Brasil de “BB-” para “BB” realizado na última semana.
A agência de classificação de riscos elevou a nota de Petrobras, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Rumo, Localiza, Engie Brasil, Rede D’Or, Energisa, Taesa, BR Malls, Alupar, Companhia Energética de São Paulo (Cesp), Companhia de Gás de São Paulo (Comgás), MRS Logística, Energisa Minas Rio, Energisa Paraíba, Energisa Sergipe, Aché Laboratórios Farmacêuticos, Transportadora Associada de Gás (TAG) e Globo Comunicação e Participações.
A fabricante indiana de cápsulas para o setor farmacêutico e de nutrição ACG Cápsulas, coloca em prática um plano de investimentos de US$ 60 milhões (R$ 300 milhões) para o período de 2023 a 2025, com o objetivo de dobrar a sua capacidade de produção no Brasil. O investimento supera os US$ 50 milhões aportados pela companhia para instalar a sua operação fabril em Pouso Alegre, no sul de Minas Gerais, em 2019.
A fábrica produz cápsulas duras de gelatina de origem animal, usadas para produtos farmacêuticos e nutracêuticos. Das quatro linhas de produção novas, uma será de produção de cápsulas inalatórias, usadas com algum dispositivo para inalação. Sideris disse que essas cápsulas têm menos lubrificação na parede interna e exigem um controle de peso mais apurado. Foi feito investimento de R$ 2 milhões na máquina de controle de peso e transferência de tecnologia.
“É um novo produto disponível para o mercado brasileiro. Já temos na base os clientes que usam essas cápsulas, mas não conseguíamos atender antes”, disse Sideris. Ele citou o laboratório Aché, fabricante do Alenia, e a Eurofarma com o medicamento Lugano.
Operação pode movimentar mais de R$ 5 bi; mais três empresas começam a engordar a lista de estreias.
utras candidatas para a lista de IPO que volta a se formar de agora em diante vistas são Compass, Eurofarma e Iguá. Enquanto a Compass já fez um non-deal roadshow com os investidores para sondar o interesse para uma potencial oferta, a Iguá se comprometeu com os acionistas a dedicar melhores esforços para fazer um IPO até abril de 2024, reportou o Valor. Já a Eurofarma está começando a sondar o mercado sobre potencial interesse por uma emissão de ações.