NXTP capta mais US$ 100 milhões para investir na América Latina
Fundo atuante na região desde 2011 já anunciou os primeiros aportes de seu fundo III
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Apesar de ter ficado abaixo de setembro, número é 18% maior do que o registrado em igual período de 2022
Prévia da inflação oficial acelera em novembro; acumulado em 12 meses recua para 4,84%, ante 5,05% de outubro
Representantes de 13 frentes no Congresso dizem ter votos para anular decisão de Lula e restabelecer a desoneração
Governo precisa aprovar pelo menos oito itens de agenda para a economia do Ministério da Fazenda até 22 de dezembro; média é de uma proposta a cada três dias
A Fitch Ratings atribuiu, hoje, o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ à quinta emissão de debêntures quirografárias, no montante de até BRL1 bilhão e com vencimento final em 2027, da Eurofarma Laboratórios S.A. (Eurofarma, Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’/Perspectiva Estável).
Os ratings da Eurofarma refletem o seu forte perfil de negócios na defensiva indústria farmacêutica do Brasil, suportado por relevante posição competitiva, robusta geração de fluxo de caixa operacional (CFFO) e adequado fluxo de caixa livre (FCF) antes dos dividendos, ambos testados em diversos ambientes econômicos adversos. A internacionalização dos negócios da companhia, que atua em 22 países, é positiva e se reflete em aumento de escala e diversificação geográfica e de produtos, posicionando-a entre as principais empresas do setor. A estrutura de capital é historicamente conservadora. Um aumento moderado da alavancagem deve ocorrer em 2023, em razão das aquisições realizadas, com retorno aos patamares históricos a partir de 2024.
A Perspectiva Estável do rating corporativo reflete a expectativa de que a Eurofarma continuará registrando robusta geração de caixa operacional e preservará sua estrutura de capital e sua liquidez em patamares conservadores nos próximos anos, mesmo diante de aquisições relevantes.
A 8ª edição da Galeria de Notáveis de MONEY REPORT homenageou personalidades que se destacaram na economia, nos negócios e na defesa da agenda liberal do Brasil ao longo de 2023, um ano que se mostrou repleto de desafio. O evento ocorreu na Casa Itaim, em São Paulo, e foi conduzido pelo publisher de MONEY REPORT, o jornalista Aluizio Falcão Filho, e pela vice-presidente executiva do portal, a publicitária Cristina Falcão.
Empresário do ano
João Adibe Marques – CEO da Cimed
Empresária do ano
Karla Felmanas – Vice-presidente da Cimed
João Adibe Marques, CEO da farmacêutica Cimed, gosta de “mostrar a cara”, porque o brasileiro gosta de comprar de quem faz isso, diz ele. Aos 51 anos, o executivo soma 3,1 milhões de seguidores no Instagram e outros 255 mil no TikTok. Ele diz que, entre o público que o acompanha, há adolescentes a partir dos 12 anos.
João Adibe recebeu a reportagem do UOL na sede da Cimed em São Paulo e falou sobre o que ele chama de sua “jornada da digitalização”.
O Brasil, conhecido por suas vastas extensões de terras férteis, está se tornando um solo propício para o cultivo de cannabis. A crescente legalização para fins medicinais abriu as portas para empresas interessadas em explorar o potencial terapêutico da planta. Com a regulamentação em constante evolução, a previsão é que o mercado de cannabis cresça exponencialmente nos próximos anos, criando oportunidades para empreendedores visionários.
No epicentro desse movimento está a colaboração estratégica entre a Eurofarma, gigante farmacêutica brasileira, e a Verdemed, empresa especializada em pesquisas e desenvolvimento de produtos à base de cannabis. Essa união não apenas simboliza uma aliança visionária, mas também destaca a importância de sinergias entre empresas para o crescimento sustentável do setor.
A Eurofarma, reconhecida por sua excelência em pesquisa e produção farmacêutica, encontrou na cannabis medicinal uma oportunidade de expansão de portfólio e uma resposta às demandas crescentes do mercado. Já a Verdemed, por sua vez, contribui com expertise no cultivo, extração e desenvolvimento de medicamentos de alta qualidade, consolidando-se como uma líder na integração vertical da cadeia produtiva da cannabis no país.
Empresa experimenta uma dinâmica volátil de resultados, carece de catalisadores orgânicos claros e enfrenta riscos em termos de incentivos fiscais