Fundo hedge terá de detalhar venda a descoberto
Nova exigência da SEC, a CVM dos EUA, prenuncia mais um confronto entre firmas do setor e regulador
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Questões monetárias causaram disparada de juros de Treasuries, afirma ex-diretor
Papéis conhecidos como ‘cat bonds’ têm retorno acima de 10% enquanto mercados de títulos de todos os tipos são assolados por coquetel de juros altos, déficits governamentais crescentes e BCs em modo restritivo
Novo título securitiza cobertura de situações como eventos climáticos e catástrofes
A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk anunciou que, após os primeiros sinais de sucesso, vai interromper um estudo que analisa se o medicamento Ozempic pode ajudar no tratamento da insuficiência renal em diabéticos e pessoas com doenças renais crônicas.
A medida, segundo a companhia, é baseada em uma recomendação independente do Comitê de Monitorização de Dados (DMC, na sigla em inglês). A entidade aponta que “os resultados de uma análise interina cumpriram determinados critérios pré-especificados para interromper o ensaio precocemente em termos de eficácia”.
Iniciado em 2019, o estudo, intitulado FLOW, tem como principal objetivo demonstrar por meio do uso do Ozempic o atraso na progressão das doenças renais crônicas e reduzir o risco de mortalidade renal e cardiovascular nos dois grupos estudados.
Projeto de lei pode ser votado ainda nesta semana, mas falta acordo em pontos que tratam de uniformização e regras do Fiagro
Crescimento maior que o esperado e câmbio mais valorizado devem levar país a subir no ranking de PIBs deste ano
Na reclamação trabalhista, o dirigente disse que fora admitido em 2007 e, em outubro de 2010, passou a fazer parte da diretoria do sindicato da categoria. Foi quando, segundo ele, começou a sofrer assédio moral pela empresa.
Segundo ele, o gerente distrital teria orientado os colegas a se afastarem dele, e sua promoção fora “congelada”, com suas avaliações estagnadas.
Disparada no preço do barril após ataque do Hamas a Israel não deve, porém, reverter tendência de perda de força nas receitas do governo
A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial brasileira de 2023 caiu de 4,86% para 4,75% — topo da banda de tolerância da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) —, segundo o Relatório Focus, do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira (16) com estimativas coletadas até o fim da semana passada.
Para 2024, a mediana das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) manteve-se em 3,88%. Para 2025, permaneceu em 3,50%.
Para a taxa básica de juros (Selic), a mediana das estimativas manteve-se em 11,75% no fim de 2023, 9,00% no de 2024 e 8,50% em 2025.