Populos, Instituto Eurofarma e Positivo Servers & Solutions lançam programa de capacitação para jovens de baixa renda

A Populos Tecnologia em parceria com o Instituto Eurofarma, uma organização sem fins lucrativos fundada em 2006 pela Eurofarma, lançou uma nova edição do Populos University.

O programa tem como objetivo formar e capacitar gratuitamente estudantes de baixa renda em Tecnologia da Informação (TI). Com duração de seis meses, o curso selecionou 18 jovens de São Paulo, entre 17 e 21 anos, com renda familiar de até dois salários-mínimos.

As aulas serão presenciais duas vezes por semana, na sede do instituto, e os alunos também terão acesso à plataforma Populos University. O conteúdo do curso inclui infraestrutura de TI atual, virtualização, cloud e estudos sobre parceiros da Populos como Citrix, Freshworks, Microsoft e Nutanix.
“Na Eurofarma, reconhecemos que a tecnologia é o motor do futuro e estamos comprometidos em capacitar a próxima geração de talentos nesse campo. A parceria com a Populos no projeto Populos University é um passo significativo nessa direção. Ao oferecer oportunidades de aprendizado e desenvolvimento na área de tecnologia, estamos contribuindo para o crescimento e inovação do mercado como um todo”, revela Daniel Ferreira, CIO da Eurofarma.

Paolla Oliveira estrela campanha da Dermacyd

A EMS, o maior laboratório farmacêutico do Brasil, revela a nova campanha da Dermacyd. Com a criação da agência We e produção da CINE, o filme traz Paolla Oliveira como protagonista posicionando o produto com o slogan “Sinta a diferença”, marcando a categoria ao enfatizar a importância do cuidado íntimo.

O filme apresenta uma mulher em seu momento de cuidado íntimo com Dermacyd. Inicialmente, a identidade dela não é revelada, pois ela prepara um banho para alguém que, ao final, se revela ser a atriz. A narrativa mergulha em cada momento do banho, destacando os cuidados íntimos e seus benefícios no cotidiano de toda mulher.

Empresa farmacêutica inaugura primeiro Centro de Distribuição em Varginha

Minas Gerais segue se destacando como uma região estratégica para o desenvolvimento econômico e logístico do País. Desta vez, o reconhecimento vem da indústria farmacêutica Apsen, que, inaugura o seu primeiro Centro de Distribuição do Brasil, em Varginha, no Sul do estado, com o apoio do Governo de Minas.

O novo empreendimento resulta de uma colaboração entre a Aspen e o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e da Invest Minas, agência vinculada à pasta, o que representa um marco importante para a economia regional e nacional.

Hapvida busca R$ 1 bilhão com debêntures

A Hapvida vai emitir R$ 1 bilhão em debêntures. A operação foi aprovada ontem pelo conselho de administração.

A companhia pretende usar o dinheiro para reperfilar o passivo financeiro. Os papéis serão emitidos em série única, com vencimento em sete anos.

A remuneração dos papéis será definida após procedimento de coleta de intenções. A Hapvida deve pagar, no máximo, CDI mais 1,6% ao ano.

Gestora do SalomãoZoppi, Green Rock, lidera aporte de R$ 10 milhões na Omni, startup de medicamentos

A Omni foi criada por Fernando Domingues, que também é fundador da Conexa Saúde (plataforma de telemedicina) e Cannect Life (de cannabis) e Leopoldo Veras, executivo com longa passagem por várias empresas de saúde como a e-Pharma, uma das pioneiras em benefício farmácia.

Atualmente, no Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas têm um plano de medicamentos concedido por seus empregadores. É uma fatia ainda pequena quando comparada aos Estados Unidos, onde cerca de 266 milhões pessoas têm esse benefício que movimenta mais de US$ 485 bilhões.

O grande diferencial é que nos EUA as operadoras de planos de saúde fornecem remédios aos seus usuários. No Brasil, são apenas determinados medicamentos para tratamentos específicos.

A Omni tem hoje 8 mil usuários de plano de medicamento e pretende chegar ao fim do ano com 50 mil. A startup trabalha com vários modelos de adesão ao programa diante da resistência de algumas empresas em subsidiar o benefício farmácia — um produto que costuma ser ofertado por multinacionais que trouxeram essa cultura de seus países de origem.

A startup brasileira tem como opções a empresa contratante subsidiar 100%, parcialmente ou desconto total em folha de pagamento do empregado. “Hoje, metade da nossa carteira é com as empresas subsidiando totalmente o benefício”, disse Domingues.

Segundo Veras, a Omni cobra um valor fixo por usuário, que varia de R$ 20 a R$ 50, por mês. O funcionário tem um crédito equivalente a 10 vezes o valor da mensalidade para comprar em remédios.

Hoje, a taxa de sinistralidade (uso do produto) está em 58% e a meta é atingir 62% — um patamar considerado lucrativo, mas não tão baixo a ponto de o funcionário ou empresa cancelar por falta de adesão. Esse tipo de problema ocorre com planos odontológicos. “O produto é lucrativo quando a taxa de sinistralidade é de até 70%”, disse Veras.