Karla Felmanas: o poder da influência na indústria farmacêutica
A vice-presidente da Cimed surpreendeu o segmento e a família ao assumir a liderança da empresa e se tornar uma grande influenciadora
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Uma nova terapia genética para tratar uma doença genética muito rara, que ataca o sistema nervoso central de crianças pequenas, será precificada em US$ 4,25 milhões [mais de R$ 21 milhões] nos EUA, tornando-se o medicamento mais caro da história.
O Lenmeldy, da Orchard Therapeutics, se tornou nesta semana o primeiro medicamento aprovado nos EUA para a leucodistrofia metacromática (LDM), um distúrbio genético fatal que afeta em média 40 recém-nascidos por ano nos EUA.
A forma mais grave de LDM faz com que crianças no final da infância percam toda a função motora e enfrentem um estado vegetativo, necessitando de cuidados intensivos 24 horas por dia. É fatal para a maioria dos pacientes cinco anos após o início dos sintomas.
Entre as terapias genéticas aprovadas mais caras estão o tratamento da hemofilia B da uniQure, Hemgenix, a US$ 3,5 milhões [mais de R$ 17 milhões], e o medicamento para talassemia da Bluebird, Zynteglo, que é precificado em US$ 2,8 milhões [mais de R$ 13 milhões].
As mulheres são maioria nas equipes e departamentos de oncologia no Brasil. No entanto, elas estão menos em cargos de chefia do que os homens. É o que mostra a pesquisa Liderança Feminina na Oncologia, encomendada pela Sboc (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica) para o Datafolha.
A disparidade salarial entre homens e mulheres também foi notada por 44% dos médicos que responderam a pesquisa, principalmente na oncologia como um todo. Isso impacta diretamente na satisfação com a progressão de carreira, que é mais alta entre os médicos homens.
Participaram da pesquisa profissionais associados à Sboc, com entrevistas online realizadas entre 11 de dezembro e 19 de janeiro. Ao todo foram 381 entrevistas, das quais 55% foram mulheres e 445 homens com média de 42 anos. Na amostra predominam as pessoas brancas e da região Sudeste.
O interior do Brasil ultrapassou o litoral na incidência de dengue por causa do aumento das ondas de calor. A região costeira que vai de Santos, em São Paulo, até Belém, no Pará, tipicamente apresentava maior proporção de casos de dengue em comparação com sua população. Entretanto, o oeste do Paraná, o oeste de Santa Catarina, o oeste de São Paulo, o interior de Minas Gerais, uma parte do Tocantins, Goiás e Mato Grosso do Sul viram a transmissão da doença aumentar.
De acordo com o pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fiocruz e autor do estudo, Christovam Barcellos, a maior quantidade de dias de calor nessas áreas está relacionada ao desmatamento.
Além disso, o Ministério da Saúde disponibilizou R$ 300 milhões para Estados e municípios investirem em medicamentos que auxiliem no tratamento contra a doença
Em evento em Nova York, representantes do poder público destacam o papel do setor público em promover mudanças em prol da igualdade de gênero e criticam movimento de empresários de dificultar implementação da lei de igualdade salárial entre homens e mulheres
Em evento em Nova York organizado pelo Pacto Global da ONU no Brasil, CEOs, especialistas e executivas discorrem sobre ações para promover pautas femininas
Os dados são da Apsen, uma das maiores farmacêuticas do país, que teve o tema como foco em evento para celebrar Dia Internacional da Mulher
Não houve mudança substancial no cenário básico para a inflação e na condução da política monetária
Fernando Rocha, economista-chefe da JGP, esperava uma mudança por conta da maior nebulosidade do cenário