Eurofarma apresenta novas embalagens

A Eurofama divulgou suas novas embalagens para as linhas de prescrição médica, genéricos, oncologia e hospitalar. O grande foco será a experiência dos profissionais e pacientes, reforçando a acessibilidade e a informação.

Agora, as embalagens passam a contar com um QR Code que direciona para o site da indústria, onde será possível obter mais conteúdos sobre os produtos e descarte correto dos medicamentos.

“Com a linha de embalagens reformulada, levamos aos consumidores, pacientes e profissionais de saúde uma nova experiência com a marca Eurofarma”, afirma a CEO a nível nacional, Renata Campos.

EUA aprovam droga para câncer de pulmão

A FDA (agência americana que regulamenta drogas e alimentos) concedeu na quinta-feira (16) a aprovação acelerada à droga tarlatamabe, da farmacêutica Amgen, uma imunoterapia direcionada para adultos em estágios avançados de câncer de pulmão de pequenas células.

A terapia é indicada para casos difíceis de tratar ou que tiveram piora, mesmo com o tratamento quimioterápico.

O medicamento, comercializado sob o nome de Imdelltra, faz parte da linha de anticorpos biespecíficos da Amgen projetados para se ligar a uma célula cancerosa e a uma célula imune, aproximando-as para que o sistema imunológico do corpo possa matar o câncer.

Médicos veem alta de doença respiratória em bebês no RS

No caso da gripe por influenza, o governo gaúcho anunciou que pretende vacinar até segunda (20) toda a população em abrigos que ainda não foi imunizada neste ano.

Já para o VSR, há um medicamento indicado para a prevenção do vírus em bebês que está aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde outubro de 2023, mas que ainda não está disponível no mercado.

Trata-se do Beyfortus (nirsevimabe), da Sanofi, um anticorpo monoclonal, ou seja, uma proteína produzida em laboratório que imita a capacidade do sistema imunológico de combater o vírus.

Atualmente, o SUS já oferece o palivizumabe, da Astrazeneca, indicado somente para quadros graves de infecções respiratórias, com alto risco de hospitalização. Uma revisão da Sociedade Brasileira de Pediatria concluiu que o nirsevimab é mais eficaz na imunoprofilaxia (processos de prevenção) contra o VSR.

No mês passado, a Anvisa também aprovou o registro da vacina Abrysvo, da Pfizer, destinada a grávidas no segundo ou terceiro semestre de gestação para proteção do recém-nascido. No entanto, a vacina também não está no mercado brasileiro.

Há uma outra vacina aprovada no país contra o VSR, da GlaxoSmithKline, mas só para prevenir a doença respiratória em pessoas acima de 60 anos.

Em mensagem encaminhada às farmacêuticas Sanofi e Pfizer, Mariana González de Oliveira, professora de medicina neonatal da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e Lucia Pellanda, reitora da universidade, solicitam a doação urgente da vacina e do imunobiológico para serem ofertados aos abrigados pelas enchentes.