Indústria da saúde externa preocupação com a Anvisa

A indústria da saúde manifestou sua preocupação com a sustentabilidade do trabalho da Anvisa. Entidades do setor assinaram uma carta pedindo a recomposição, com urgência, da força de trabalho da agência.

No texto, Abifina, Abimed, Abimo, Abiquifi, Alanac, Alfob, Anbiotec, Grupo FarmaBrasil, Interfarma, Pró-Genéricos e Sindusfarma saem em defesa da autarquia. Segundo as associações, “mesmo com programas como a Nova Indústria Brasil e o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, sem uma Anvisa saudável, inovações não serão possíveis”.

A publicação também destaca que a defasagem de pessoal pode se tornar ainda mais grave em breve. Isso porque há um número elevado de servidores que estão próximos de se aposentar. “Em um país cuja política industrial tem a saúde como um de seus principais pilares, não é condizente que seja dado tratamento indistinto à gritante necessidade de recomposição da força de trabalho de sua agência reguladora setorial”, diz o comunicado.

CEO da Roche prega proximidade com demais atores da saúde

A indústria da saúde manifestou sua preocupação com a sustentabilidade do trabalho da Anvisa. Entidades do setor assinaram uma carta pedindo a recomposição, com urgência, da força de trabalho da agência.

No texto, Abifina, Abimed, Abimo, Abiquifi, Alanac, Alfob, Anbiotec, Grupo FarmaBrasil, Interfarma, Pró-Genéricos e Sindusfarma saem em defesa da autarquia. Segundo as associações, “mesmo com programas como a Nova Indústria Brasil e o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, sem uma Anvisa saudável, inovações não serão possíveis”.

A publicação também destaca que a defasagem de pessoal pode se tornar ainda mais grave em breve. Isso porque há um número elevado de servidores que estão próximos de se aposentar. “Em um país cuja política industrial tem a saúde como um de seus principais pilares, não é condizente que seja dado tratamento indistinto à gritante necessidade de recomposição da força de trabalho de sua agência reguladora setorial”, diz o comunicado.

Estudo aponta desfavorecimento da indústria farmacêutica na justiça

Uma pesquisa realizada por professores de universidades paulistanas apontou indícios de litigância predatória contra a indústria farmacêutica na justiça gaúcha. As informações são do portal Jota.

Ao comparar as decisões do Tribunal Regional do Trabalho da 4° Região (TRT4), sediado em Porto Alegre (RS), os professores Luciano Timm (FGV/SP), Thomas Conti e Luciana Yeung (Insper) notaram uma disparidade no valor médio das causas e na porcentagem dos casos analisados pela corte.

No documento “Análise Econômica do Direito do Trabalho: um estudo de caso sobre a litigância predatória do setor farmacêutico no RS”, o grupo revelou que o valor médio das causas no estado é de R$ 293 mil, montante quase duas vezes maior que a média do TRT2 (SP), e 38% superior ao TRT1 (RJ).

Nos números de casos a disparidade também é evidente: os dez advogados que mais trabalharam em processos contra empresas farmacêuticas no TRT4 acumularam 2.373 ações, o equivalente a 57,9% do total. Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro esse montante não superou 15,5% e 24,9%, respectivamente.