Projeto que acaba com saque-aniversário do FGTS deve ser enviado em novembro, diz Marinho
Período de transição entre extinção da modalidade e implementação do novo crédito consignado será construído junto ao Congresso, diz ministro do Trabalho
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O medicamento, hoje importado, será fornecido ao Ministério da Saúde e terá a sua produção gradativamente internalizada na fábrica da Biomm em Nova Lima, Minas Gerais
Objetivo está ligado à área de ‘transformação digital’ da NIB, e visa a ‘fortalecer cadeias produtivas de semicondutores, robôs industriais e produtos e serviços avançados’
Atualmente, existem mais de 20 medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) pelo mundo, disponíveis comercialmente, que são usados por seus efeitos analgésicos, antipiréticos e anti-inflamatórios em pacientes com múltiplas condições médicas.1 Eles são uma ótima escolha no tratamento da dor devido ao papel integrado da via COX na geração de inflamação e no reconhecimento bioquímico da dor. Os AINEs são os inibidores competitivos da ciclooxigenase (COX), a enzima que media a bioconversão do ácido araquidônico em prostaglandinas inflamatórias (PGs). Eles são os medicamentos de primeira linha mais utilizados em situações como traumas musculoesqueléticos e dismenorreia, por exemplo. A ação terapêutica anti-inflamatória dos AINEs é produzida pela inibição da COX-2.2
A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, anuncia o lançamento do medicamento Lyberdia, que além de portfólio completo em cápsulas da molécula de dimesilato de lisdexanfetamina, traz também para o mercado nacional a versão inédita em gotas, que permite individualizar com segurança a dosagem conforme a necessidade terapêutica.
Indicado para o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e também do Transtorno de Compulsão Alimentar (TCA), o novo produto já está disponível nas farmácias. O lançamento introduz a EMS em uma nova era dentro da Neurociência e reforça o portfólio da empresa para o sistema nervoso central em uma apresentação inovadora, bem como amplia a sua atuação, presença e expertise nas áreas de Psiquiatria e Neurologia.
A TGN Brasil é uma empresa sediada em Ribeirão Preto, especializada em soluções para gestão e conformidade empresarial. Fundada nos anos 2000, a TGN atua principalmente nos setores de agronegócio, alimentos e bebidas, energia e utilities, oferecendo sistemas e serviços que ajudam as empresas a garantir a conformidade regulatória, melhorar processos de gestão e aumentar a eficiência operacional. Entre seus clientes estão grandes corporações como Atento, Libbs Farmacêutica, Louis Dreyfus, Raízen e Grupo CCR.
A TGN Brasil foi adquirida pela SoftExpert, uma multinacional de Santa Catarina, em setembro de 2024. A aquisição tem como objetivo ampliar o portfólio de serviços e fortalecer a presença da SoftExpert em setores estratégicos no Brasil.
A unidade de consumo na Sanofi (Consumer Healthcare) recebe Érica d’Almeida e Silva como nova head de e-commerce. A executiva será responsável pela condução das operações online com desenvolvimento e implementação de estratégias de vendas digitais, além da otimização de experiência do usuário no site. Érica possui mais de 12 anos de experiência em e-commerce, trabalhando em companhias como Red Bull, Whirlpool e Mercado Livre. Em sua última experiência, na Red Bull, liderou a jornada de aceleração do e-commerce na América Latina e Caribe. Na Sanofi, o objetivo será aperfeiçoar as habilidades dos profissionais do time e liderar um crescimento exponencial do negócio.
Serão três categorias de promoções: 150 mil em voucher de até R$ 200 a cada hora, sorteios mensais de R$ 10 mil e a premiação final de R$ 300 mil para curtir muito o maior rolê da sua vida.
A resolução define que somente farmacêuticos regularmente inscritos nos CRFs podem prescrever esses medicamentos e a prescrição deve estar em acordo com o protocolo do CFF. A receita deverá ser registrada em um sistema de prontuário eletrônico ou físico, garantindo a rastreabilidade, confidencialidade, o respeito às normas vigentes de privacidade dos dados e o acompanhamento da paciente.
O texto, que está em análise na Câmara dos Deputados, tornaria necessária a retenção de receita com os dados do paciente no ato da venda do produto. Segundo o deputado Fábio Teruel (MDB-SP), autor da proposta, o objetivo é evitar o uso off-label sem acompanhamento médico.
“O que se constata é que esses medicamentos vêm sendo vendidos sem qualquer controle, apesar dos alertas dos profissionais de saúde sobre a necessidade de prescrição e orientação médica”, argumenta.