Médio prazo da regra fiscal preocupa mais que meta do ano, afirma Gabriel Hartung
“O que o governo vai fazer ao se deparar com pouco espaço orçamentário no fim do mandato?”
“O que o governo vai fazer ao se deparar com pouco espaço orçamentário no fim do mandato?”
Tecnologia ‘não vai substituir o médico’, mas já ajuda a reduzir fila de atendimentos e melhorar diagnósticos
Em discurso realizado durante o evento, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, já tinha defendido a importância de atuação mais célere das agências regulatórias.
“Têm R$ 17 bilhões parados em investimentos na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)”, disse, sugerindo a contratação de “pareceristas” para acelerar o processo de avaliação de medicamentos.
Classificada juridicamente como um serviço social autônomo, a ABDI tem o objetivo de “promover e executar ações voltadas ao desenvolvimento industrial”. Parte dos recursos da agência vem da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). O volume crescerá neste ano com parte da receita da taxação de apostas virtuais. Mas há também contratos com governo federal e empresas, como a própria Petrobras. Atualmente, a agência tem orçamento anual de aproximadamente R$ 140 milhões e cerca de 80 funcionários.
A Hypera aprovou o aumento de capital de R$ 4,56 bilhões, mediante a capitalização de parcela do saldo da reserva de incentivos fiscais, sem a emissão de novas ações.
Nos últimos dias, o nome de um remédio contra a rinite foi parar nos assuntos mais comentados do X (o antigo Twitter) depois que um perfil propôs que as pessoas comentassem quais eram os antialérgicos favoritos delas.
A loratadina, que ganhou os holofotes nas redes sociais recentemente, pertence à classe farmacêutica dos anti-histamínicos e, de fato, está entre os tratamentos indicados para lidar com as crises alérgicas no nariz.
As origens desse mercado estão a milhares de quilômetros do Quênia. Mais precisamente na China, onde há alta demanda por um remédio medicinal tradicional feito com a gelatina de pele de burro.
Chama-se ejiao e acredita-se que tenha propriedades que melhoram a saúde e preservem a juventude. As peles são fervidas para extrair a gelatina, que é transformada em pó, pílulas ou líquido, ou é adicionada aos alimentos.
Mesmo se o S&P 500 chegar aos 5.400 pontos, a expectativa de retorno futuro é muito baixa
A Zolve Labs planeja uma estratégia contundente no varejo farmacêutico com um suplemento para menopausa, seu carro-chefe. Trata-se do Meno Aliv, que acompanha a saúde da mulher desde a TPM até a pós-menopausa.
A empresa, especializada em marcas próprias para o consumidor 40+, acaba de fechar contrato com a RaiaDrogasil para disponibilizar o produto em mil lojas da rede, em regiões nobres do estado de São Paulo e nos e-commerces das respectivas farmácias.
O Meno Aliv estará disponível nas lojas da rede a partir de março. “Estamos organizando um investimento elevado em trade marketing e posicionamento na ponta de gôndola”, afirma Gustavo Russi, diretor comercial da Zolve Labs.
Em 2023, os principais players da indústria farmacêutica do mundo viram seu lucro cair. Enquanto no ano retrasados as dez principais companhias registraram ganhos de US$ 135 bilhões, o montante caiu para US$ 99 bilhões no último ano. As informações são do Poder 360.
A diminuição na venda de medicamentos e vacinas contra a Covid-19 foi o principal responsável pelo recuou de 27%. Quem aponta tal retração é a Elos Atya.
Merck e Pfizer foram as companhias mais afetadas, segundo o levantamento. O lucro de ambas as multinacionais foi 90% menor no período. As duas tinham atuação no combate ao novo coronavírus, com remédios ou vacinas para a doença.
A consultoria usou como padrão o ranking de maiores receitas de 2023 auditado pela Evaluate Pharma.
Segundo a consultoria Redirection International, a indústria farmacêutica deve viver quatro anos intensos e positivos até o fim de 2027.
As previsões da empresa especializada em assessoria em casos de fusão e aquisição apontam um avanço de até 30% para o setor. Quebrando esse crescimento anualmente, a média ficaria em 8% ao ano.
“O Brasil está entre os dez maiores mercados farmacêuticos do mundo e quase 7% do consumo de bens pelas famílias brasileiras é composto de produtos farmacêuticos”, explica o sócio da companhia e economista, Gabriel Cardoso.