Quatro possíveis surpresas geopolíticas positivas para 2026
Standard Chartered vê o mundo na “lei do mais forte” e aponta 4 viradas improváveis — de paz na Ucrânia a transição na Venezuela — que poderiam surpreender e estabilizar 2026.
Standard Chartered vê o mundo na “lei do mais forte” e aponta 4 viradas improváveis — de paz na Ucrânia a transição na Venezuela — que poderiam surpreender e estabilizar 2026.
Uma tomada militar da Groenlândia pelos EUA causaria ondas de choque na aliança da Otan e aprofundaria a divisão entre Trump e os líderes europeus
Rali de ações dos EUA puxado por IA e maior volatilidade elevam ganhos de multi-estratégia em 2025, com destaque para Bridgewater, DE Shaw e Balyasny.
Ray Dalio vê sinais iniciais de “bolha” no rali de ações de IA e diz que ouro e ativos fora dos EUA superaram Wall Street em 2025.
Volatilidade geopolítica derruba o petróleo no curto prazo, mas cenário de oferta mais apertada e dólar mais fraco reforça tese de commodities e ouro em 2026.
Goldman alerta que capex de IA pode desacelerar em 2026 e que lucro projetado das big techs pode não bastar para sustentar valuations do S&P 500.
Casa Branca avalia opções para “comprar” a Groenlândia e admite até força militar, elevando tensão com Dinamarca e aliados europeus.
Acesso às reservas da Venezuela representará o controle sobre parte relevante do mercado global de energia e reduzirá a dependência de países produtores como Arábia Saudita, Irã e Rússia, além de poder sobre os preços do petróleo
Há preocupações com avaliações “insanas” e com a possível formação de uma bolha em partes do setor
Cobre renova recorde e supera US$ 13 mil por tonelada com temor de oferta restrita e risco de tarifas.