Padilha admite insatisfação com longas filas no SUS e promete ‘maior mobilização para resolver esse problema’

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), aposta as fichas no recém-criado programa Agora Tem Especialistas para acabar com uma das maiores queixas dos brasileiros em relação à saúde pública: a longa fila para fazer consultas, exames e cirurgias no SUS (Sistema Único de Saúde).

Estatísticas oficiais e estudos independentes demonstram que o tempo de espera para realizar esses procedimentos e avaliações especializadas bateu o recorde em 2024.

Aos 22, ele criou um negócio milionário com IA. E a maioria dos funcionários não tem nem 25 anos

‘Dominada’ pela Geração Z, a empresa nasceu numa universidade no Recife e hoje atende gigantes como Sem Parar, Eurofarma e Basf.
A aceleradora trabalha com foco em duas linhas: IA generativa (chatbots como o ChatGPT) e IA preditiva (previsões com dados para otimizar o dia a dia de uma fábrica, por exemplo), mas não oferece nada antes de entender profundamente a situação daquela empresa.

Um exemplo está no trabalho desenvolvido para a Copastur, de viagens corporativas. A partir de um diagnóstico profundo, a Loomi desenvolveu uma plataforma que acompanha o viajante corporativo em todas as etapas da jornada – do planejamento ao pós-viagem – oferecendo recomendações inteligentes e automatizadas com base em dados comportamentais.

A plataforma foi desenvolvida com o Olli, produto enterprise da Loomi voltado à criação de agentes de IA. O Olli atua como um acelerador para o desenvolvimento de projetos complexos, permitindo que empresas construam ecossistemas inteligentes.

Em outro projeto, a Loomi colaborou com a Mondelez no desenvolvimento de uma inteligência artificial preditiva capaz de estimar as vendas do chocolate Bis por canal e por dia, com 90% de acurácia.

“Entendemos que todo o produto tem um usuário, então, quanto mais próximo do humano que vai estar utilizando aquilo, melhor”, diz o CEO.

Estudo piloto investiga como remédios para emagrecer afetam processamento de álcool

Os resultados mostraram um retardo na elevação do álcool no hálito e nas sensações de embriaguez entre aqueles que usavam os medicamentos GLP-1. Essa diferença foi observada apenas nos momentos iniciais, entre 10, 15 e 20 minutos após o consumo, o que é consistente com o conhecido efeito desses medicamentos no esvaziamento gástrico mais lento.

Esse mecanismo funciona como um controle de velocidade para a comida (e para o álcool) saindo do estômago. O estudo confirmou que é por meio disso que a pessoa se sente saciada por mais tempo, o que também funciona para o álcool, atrasando por alguns minutos o momento em que a pessoa fica embriagada. O levantamento não fornece dados quantitativos específicos (como percentuais ou valores numéricos) dos resultados.

Isso não impede a pessoa de ficar bêbada se continuar bebendo. Apenas faz com que o processo seja mais lento no início. Para contextualizar, os autores mencionam que um estudo anterior com dulaglutida, outro medicamento da mesma classe, havia observado uma redução de 36% no consumo de álcool.

China implanta cabines de inteligência artificial para diagnósticos e dispensação de medicamentos

Shoppings centers na China começaram a operar cabines de autoatendimento com inteligência artificial capazes de realizar diagnósticos e entregar medicamentos sem a necessidade de interação humana. O sistema permite que pacientes realizem consultas, recebam orientações médicas na tela e retirem seus remédios diretamente no quiosque automatizado. A tecnologia representa um avanço significativo na automatização de…