Atraso do Drex e regulação impulsionam ‘stablecoins’ de real
Mudanças levaram a desenvolvimento da tokenização por meio de tokens privados
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Após vender participação restante na marca à Hypera, Patrícia Lima planeja lançar hub de marcas brasileiras
A compra da Simple Organic pela Hypera encerrou a gestão compartilhada iniciada em 2021 e reforçou a expansão do grupo em beleza natural. Com faturamento de R$ 90 milhões, a marca integra a unidade de dermocosméticos ao lado de Mantecorp e Bioage.
São três projetos centrais, de lançamento de marcas próprias do grupo (algo que a atacadista no passado deixava em segundo plano); criação de novos produtos financeiros, um projeto que avançou até hoje mais devagar; e criação de farmácias nas lojas, como já permitido por lei após mudanças regulatórias. Os temas foram tratados ontem em reunião anual da direção com analistas.
Sobre a área de farmácias, a empresa criará um “mundo saúde” nas lojas, que concentrará iniciativas relacionadas à saúde e bem-estar, mercado com crescimento mais contínuo e em taxas mais altas do que alimentos.
O primeiro projeto será a de criação de farmácias, inicialmente localizadas nas galerias das unidades. Os testes começarão antes da aprovação do projeto de lei 2.158/2023, que autoriza a venda de medicamentos em supermercados. E caso aprovado o projeto de lei, então a rede poderá expandir essas farmácias para a área interna dos pontos. Isso porque há questões de sistemas que precisam avançar já para que o modelo esteja mais redondo.
A categoria de wellness, que inclui produtos para cuidados físicos, beleza, saúde mental e saúde sexual, cresceu 10,2% no último ano…
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