EUA e Irã intensificam ataques em disputa pelo controle de Ormuz
Países ampliam hostilidades após Trump anunciar retomada de bloqueio naval aos portos iranianos e pedágio sobre embarcações que cruzarem a hidrovia
Países ampliam hostilidades após Trump anunciar retomada de bloqueio naval aos portos iranianos e pedágio sobre embarcações que cruzarem a hidrovia
Gasolina em queda derruba inflação americana a 3,5% em junho, maior recuo mensal desde a pandemia, e esfria as apostas em alta de juros — mas a reescalada em Ormuz e o petróleo de volta acima de US$ 80 mantêm o Fed em alerta.
Ormuz vira novo estopim: EUA cobram pedágio de 20% para cruzar o Estreito, petróleo dispara e o Fed já fala em subir juros — enquanto a Argentina de Milei colhe frutos no mercado, mas patina nas urnas.
Após disparada de 20% no S&P 500 entre abril e maio, junho trouxe rotação extrema: os “Sete Magníficos” tiveram o pior mês desde 2022 e o dinheiro migrou para semicondutores, valor e cíclicas. Banco fixa alvo de 8.300 pontos e diz que Fed de Warsh não sobe juros em 2026
Durante décadas, a Opep influenciou o mercado pela quantidade de petróleo que produzia, mas a China, a maior importadora, está demonstrando seu notável poder sobre os preços
A recente valorização das ações sul-coreanas também levou os estrangeiros a realizar lucros e rebalancear suas carteiras, acrescentou o Banco da Coreia
O petróleo Brent atingiu seu maior valor desde 12 de junho e o WTI, seu maior valor desde 16 de junho
“O indicador Bull & Bear do BofA, com uma leitura extremamente otimista de 9,4, sugere a redução da exposição a ações e ativos de alto beta”, escreveu a equipe liderada por Michael Hartnett
Trégua no Oriente Médio e postura mais dura do novo Fed sob Kevin Warsh redesenham a liderança dos mercados; ouro recua 12,1% e petróleo cede 18,5% no mês, segundo levantamento da UBS
Capital está fluindo para as maiores, enquanto as pequenas enfrentam dificuldades para captar novos recursos