EUA prometem reagir se China inundar o mercado de produtos baratos
“O resto do mundo irá responder, e não o fará de uma nova forma anti-China, mas, sim, à política chinesa”, disse Shambaugh
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O Partido Comunista assumirá uma parcela maior do mercado, que durante anos foi dominado pelo setor privado
O PBoC reduziu a taxa básica de cinco anos de 4,2% para 3,95%, primeira redução desde junho de 2023
Biden já havia se pronunciado afirmando que foi “mais uma prova da brutalidade de Putin”
“Sei que parece impossível, mas precisamos nos unir e combater este regime enlouquecido”
É possível que Índia, EUA e Indonésia elejam admiradores de Putin como líderes neste ano
A farmacêutica Aché Laboratórios fechou contrato com a Atiaia Renováveis, empresa de comercialização e geração de energia do Grupo Cornélio Brennand, para abastecer seus laboratórios localizados em Guarulhos (SP), Nações Unidas (SP), Pernambuco e Anápolis (GO), a partir de janeiro de 2025.
O abastecimento será proveniente da Usina Fotovoltaica Maravilhas II, que fica na cidade de Goiana (PE), com 27,5 MW de capacidade instalada. Já o volume de energia fornecido será de 6,7 megawatts-médios, suficiente para abastecer a demanda das quatro fábricas. A produção da unidade fabril de Londrina (SC) continua sendo suprida pela distribuidora local.
Neste modelo de negócios, a Atiaia arrendará uma usina solar e sua outorga ao Aché, que receberá autorização para gerar energia elétrica destinada exclusivamente ao seu consumo. No jargão do setor elétrico, este arranjo é conhecido como autoprodução de energia.
Ao Valor, o presidente do Aché, José Vicente Marino, diz que a farmacêutica deve ter uma redução de 324 toneladas nas emissões de CO2 ao utilizar apenas energia renovável na fabricação de medicamentos.
“A parceria com a Atiaia vai fazer com que as emissões do Escopo 2 [relativo às emissões indiretas de gases de efeito estufa provenientes da geração de eletricidade e calor] sejam zeradas com a produção de energia renovável fotovoltaica”, afirma Marino.
Em relação às vantagens econômicas, a previsão é que a fabricante de medicamentos economize cerca de 10% dos custos com energia atuando com autoprodutora. Em termos comparativos, o consumidor do mercado regulado (aquele atendido pelas distribuidoras) paga uma tarifa na ordem de R$ 700 por megawatt-hora (MWh) sem tributos, na média, no Brasil. Um consumidor livre tem tarifa 30% menor. Já um consumidor livre adotando um modelo de energia incentivada (PCH, eólica, solar ou térmica a biomassa) consegue mais de 40% de desconto.
A Hypera Pharma inicia o ano com o lançamento do primeiro produto comercializado exclusivamente para o mercado institucional. Trata-se do Hyfol, um anestésico intravenoso de curta duração, que tem como princípio ativo a molécula propofol. Só o mercado de propofol movimentou R$ 357 milhões em HPP no período de doze meses até novembro de 2023.
O novo produto passou a ser vendido em janeiro deste ano, com apresentações de 5 e 10 ampolas de uso restrito a hospitais. Até então, a empresa comercializava no canal institucional alguns itens, incluindo injetáveis, comercializados também por outras unidades de negócio voltadas para o varejo farmacêutico.
Com mais de 90 moléculas mapeadas em seu pipeline de inovação voltado para o mercado institucional, incluindo oncológicos, biológicos e especialidades, a companhia ingressou nesse segmento em 2021, e desde então vinha montando a equipe responsável por essa nova unidade de negócios, liderada pelo diretor executivo Tobias Henzel.
“Esse lançamento aumenta nossa oferta para hospitais e clínicas, ampliando nossa relevância como fornecedores para esse canal, que responde por cerca de 40% do mercado farmacêutico total”, comenta Henzel.
Produto chegou ao mercado no ano passado e faz parte do portfólio de bebidas funcionais da marca Engov
Fausto Moreira iniciou a carreira em bancos, passou quase uma década na AB Inbev e conta como liderou equipes espalhadas pelo mundo.
Engenheiro de formação, iniciou a trajetória profissional em grandes bancos e trabalhou no Merril Lynch, em Londres, onde viveu de perto a aquisição pelo Bank of America, e voltou ao Brasil para trabalhar no Goldman Sachs.
Fez uma transição para a Ambev e ficou uma década no grupo, onde assumiu sua primeira diretoria, de tesouraria, e consolidou a área de M&A. “Fui para ganhar menos da metade do que receberia em bancos, mas era uma aposta no longo prazo, em algo que acreditava que me faria mais feliz.”